Capítulo 2 - Ansiedade

1.6K 111 11
                                        

Então aquela era a Amber

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Então aquela era a Amber. A famosa Amber. Não teria flertado com ela se soubesse que era ela. Além de ser minha aluna, também era parte da minha missão. Tinha que consertar a merda que fiz na noite passada para não ficar esse clima estranho que tinha se instalado entre nós dois.

O som dos seus saltos batendo no chão me seguiam enquanto caminhávamos até a minha sala.

— Sente-se Srta. Petrova! — Peço assim que entramos na sala, vendo-a mexer seus dedos finos e delicados, arrancando o esmalte rosa das suas unhas grandes.

— Fiz algo de errado? — Perguntou inquieta, sentando-se na cadeira.

— Por que acha isso?

— Porque aqui só se é chamado na sala de um professor quando somos advertidos, ou expulsos! — ela é rápida na explicação mostrando o quão estava nervosa. — e então, vai me advertir por ontem à noite?

— Te advertir? — digo surpreso. — Te chamei aqui para te pedir desculpas, não para te dar uma advertência, ou coisa do tipo!

Seus ombros de porcelana relaxam diante minhas palavras, enquanto sua face assume um olhar curioso, de quem não compreendeu bem minhas ações.

— Mas fui eu quem atropelei o senhor no corredor.

— Não me refiro aquilo, e sim ao que aconteceu na enfermaria. — Sou direto, fazendo as bochechas brancas dela corarem com a minha ousadia.

— Entendo... — murmurou tímida. — Não vou contar para ninguém. Não se preocupe. A última coisa que faria é prejudicar o seu trabalho, depois que me ajudou.

— Obrigado!

E melhor me livrar logo dela, antes que algum outro mal-entendido aconteça.

— A senhorita está liberada, já pode ir.

— Certo... é... obrigada! — Gaguejou.

Assim que Amber sai da sala, minhas vistas despencam sobre o contrato que tinha deixado aberto na minha mesa, que por coincidência estava aberto na última página que li, onde citavam as "regras" de conduta. Se era acaso, eu não sei, mas com certeza era um sinal de que eu tinha que ficar focado na razão pela qual eu realmente estava aqui.

(...)

)

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Meu Professor SecretoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora