POR QUE O PROIBIDO TEM QUE SER ALGO TÃO TENTADOR?
O que fazer para deixar o passado para trás e não permitir que a dor da desilusão nos impeça de desfrutar o presente? Amber, uma loira de olhos azuis, de dezenove anos de idade e uma beleza capaz de...
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— Ele está louco, ou o quê? — queixo nervosa, desligando a televisão. — Isso só vai gerar mais problemas, droga!
— Não acho que essa tenha sido a intenção dele. — Explicou Fox.
As atitudes do comandante fariam todos os holofotes se virarem para mim e para os Parkes. Não era o tipo de problema de que eu precisava agora, justo nessas condições.
— Quer saber? Eu vou deitar, estou cansada demais. — meu celular começa a vibrar com inúmeras mensagens chegando. — Está vendo? — ergo o aparelho irritada. — Fique com isso, Fox! — dou o telefone na mão dele. — Só me devolva caso a Emma responda. — digo subindo as escadas. — INFERNOOO!
Dou um grito fino feito uma patricinha e, no andar de cima, bato a porta do meu quarto.
(...)
Apesar de tudo que estava passando na minha vida naqueles dias, eu tinha finalmente conseguido dormir, e não era um sono qualquer, era um sono profundo, muito gostoso. Talvez fossem os hormônios da gravidez, não sei, mas seja lá o que fosse, estava bom demais, até que um toque quente e áspero começou a percorrer minha barriga, causando leves cócegas, fazendo-me despertar aos poucos, no meio dos meus lençóis.
Hmm?
Quando abro os olhos por completo, vendo que a noite já tinha caído sobre o ambiente, também vejo fios de cabelo castanho e uma estrutura que se ergue aos poucos conforme aquelas mãos grossas se afastam de mim.
— Sinto muito, não queria te acordar... — Soou ajoelhado ao lado da minha cama.
— Nick!
Reconheço sua voz no mesmo instante.
— É você! — digo me sentando ligeiro, ligando meu abajur.
Eu pulo nele, o abraçando e ele me contorna com seus braços também, se enfiando no meu pescoço.
— V-você voltou... — murmuro.
— Eu te fiz uma promessa, lembra?
Sacudo a cabeça, afirmando, me lembrando da sua promessa de nunca mais me deixar.
— Como sabia que eu estava aqui? — O puxo e ele se senta ao meu lado na cama.
— Suspeitei que seu pai te manteria perto dele...
— E ele te deixou entrar assim? Sem nem brigar?
— Bom... — ele coça a nuca, nervoso. — Vamos dizer que ele não sabe que eu estou aqui.
— Céus. — fico boquiaberta. — Fox te ajudou então?
— Não, ninguém sabe que estou aqui!
— O quê?
Para muitos, aquilo podia parecer fofo e clichê, mas para mim era super preocupante, já que estávamos falando de uma das casas mais bem vigiadas do mundo.