POR QUE O PROIBIDO TEM QUE SER ALGO TÃO TENTADOR?
O que fazer para deixar o passado para trás e não permitir que a dor da desilusão nos impeça de desfrutar o presente? Amber, uma loira de olhos azuis, de dezenove anos de idade e uma beleza capaz de...
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— Oliver, ela não está bem, pare com isso! — Emma chega coberta por um roupão branco. — Amber, por favor —
— NÃO ME TOCA! — Berro com furor nos olhos no segundo que ela tenta por aquelas mãos nojentas em mim.
Emma se afasta apavorada, e Oliver assisti com um sorriso largo, vendo que mais uma vez conseguiu me desestruturar.
— Sua-sua... — estava tão abalada que nem conseguia insultá-la. — Todo aquele teatro com o Ivan e o Atlas, só foi para me manter distante da verdade? — questiono apoiada nas pernas, procurando fôlego. — Nunca fomos amigas, fomos Emma?
— Me perdoa, Amber...
Filha da puta!
— Como pude ser tão burra? — Me julgo em voz alta, sem acreditar em tudo aquilo.
Aaaargh... que dor!
— Aí está uma coisa que nós dois concordarmos! — A voz nojenta do Oliver se direciona para mim, fazendo meus olhos subirem para avistá-lo.
— O que disse? — Ranjo meus dentes.
— Como você é burra e hipócrita, Amber Petrova!
— Não sou obrigada a ficar aqui!
Reúno dentro de mim a pouca força que ainda tinha e volto para sala rumo ao elevador.
— Não pode deixá-la ir daquele jeito. Ela está grávida Oliver. — escuto ela advertir ele de longe. — AMBER, ESPERA!
Emma corre atrás de mim, mas quando me alcança puxando meu braço para me impedir, eu viro com tudo cheia de repulsa lançando um tapa cheio no rosto dela.
PAFT!
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Os olhos dela arregalam e suas duas mãos cobrem sua bochecha marcada pelos meus cinco dedos.
Oliver se importa tanto com ela que ele deixa uma risada escapar dos seus lábios que ele mesmo tranca a boca no exato momento que percebe.