》aqui vocês irão encontrar oneshot's minsung com variados contextos e as situações mais quentes que possam imaginar.
|lee minho × han jisung|
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#10 - leeknow
#7 - stay
#3 - leeminho
× isso é apenas imagi...
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》onde jisung é frágil e inocente.
~🦋~
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A música ainda vibrava no chão quando Minho saiu do palco, o grave ecoando pelo corpo como um último suspiro da noite. Luzes coloridas cortavam o ar, piscando em tons de roxo e vermelho, e o cheiro de álcool, perfume caro e suor ainda grudava na pele dele.
— Já vai, Lee? — uma das dançarinas perguntou, apoiada no bar, girando o canudo do drink.
Minho soltou um meio sorriso, passando a mão pelo cabelo ainda úmido.
— Já. Meu turno acabou faz tempo.
— Mentira, você só não quis fazer o último set — outro colega provocou, rindo.
Ele deu de ombros, pegando a jaqueta jogada sobre uma cadeira.
— Hoje não tô com paciência pra cliente chato.
Alguns riram, outros só acenaram. Era sempre assim. Minho não era exatamente o mais sociável dali, mas também não era alguém difícil de conviver. Ele só… mantinha distância. Fazia o trabalho dele bem — melhor do que a maioria — e ia embora.
Antes de sair, ele deu uma última olhada rápida no salão. O palco ainda ocupado, corpos se movendo, mãos no ar, gente rindo alto demais. Um mundo barulhento, quente, intenso… e completamente diferente do silêncio que ele sabia que encontraria do lado de fora.
Ele empurrou a porta dos fundos.
O ar da madrugada bateu frio contra o rosto, cortando o calor da boate de imediato. Minho soltou um suspiro baixo, enfiando a mão no bolso até encontrar as chaves. O tilintar metálico soou alto demais no silêncio da rua quase vazia.
A luz do poste piscava alguns metros à frente. O asfalto ainda guardava umidade, refletindo o amarelo fraco da iluminação. Tudo parecia mais lento ali fora… mais real.