》aqui vocês irão encontrar oneshot's minsung com variados contextos e as situações mais quentes que possam imaginar.
|lee minho × han jisung|
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#3 - leeminho
× isso é apenas imagi...
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》onde lee minho encontra seu delírio.
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A noite estava pesada, densa como veludo negro sobre a cidade. As luzes dos postes pareciam borradas, tremulando como se tivessem vida própria. Lee Minho caminhava pela calçada com passos instáveis, o corpo elegante levemente curvado para frente, como se o peso do ar fosse demais para suportar.
Sua visão estava turva nas bordas, as cores se misturando em um vermelho-escuro que pulsava no ritmo do coração que ele não precisava mais ter. Os sentidos, normalmente afiados como lâminas, agora estavam embolados — cheiros demais, sons demais, tudo gritando dentro da cabeça. Ele apertava os punhos dentro dos bolsos do casaco longo e escuro, os fios loiros caindo bagunçados sobre os olhos.
— Sangue… — murmurou baixo, quase inaudível, como um mantra quebrado. — Preciso de sangue…
O ar frio da madrugada não ajudava. Fazia dias que ele se mantinha só com o pouco que restava, sangue animal, especificamente de cervo. Mas não era suficiente. Nunca era suficiente quando a abstinência chegava assim, rastejando como veneno nas veias.
Ao longe, as batidas graves da balada pulsavam na rua como um coração vivo. “Eclipse”. O letreiro neon vermelho sangrava luz sobre a longa fila de pessoas esperando para entrar. Minho não diminuiu o passo. Ele passou direto pela fila, ombro roçando em corpos quentes e perfumados que faziam sua garganta arder.
— Ei, qual é a tua?! Tem fila, porra! — reclamou alguém.
— Tá maluco? Passou na frente de todo mundo!
Minho ignorou, o mantra ainda escapando entre os dentes:
— Sangue… preciso…
Uma mão forte agarrou seu braço, puxando-o para trás com violência.
— Você não vai entrar, não, seu idiota. Volta pro final da fila.