- PANDORA, ACORDA, ESTAMOS ATRASADAS... A DIRETORA VAI COMER NOSSO CÚ - grita Becca e eu caí da cama com seus gritos de gazela.
- Caralho, vai pro inferno - falo levantando e indo para o banheiro.
- Já to nele, agora vamos! - fala.
Eu já tinha dormido com o uniforme deste inferno, é costume acordar tarde já.
- Só vou fazer um coque, pera - falo e faço um coque qualquer no meu cabelo e passo um gloss na boca.
Hoje vai começar as aulas nesse inferno, sorte que cheguei no último dia de fazer nada.
Eu e a Rebecca, minha colega de quarto, estamos nós preparando para causar. Nem eu e nem ela queremos ficar neste inferno, quem gosta? Deve ser louco!
Eu e Rebecca até que somos um pouco iguais, mas ela é mais kawaii que eu, claramente. Mas ela é legal e não parece essas vacas aqui da escola.
- Está é a nossa sala? - pergunto assim que paramos na frente de uma sala qualquer
- Eu lá sei, só vai na fé - fala e entramos e o professor já estava passando no quadro, mas ele para e nos olha com uma sobrancelha arqueada.
- Vocês são? - pergunta ele e antes que Becca fale nosso nome, eu já responde:
- Anjos - falo e algumas pessoas da sala riem.
- Vocês são do terceiro ano A? - pergunta ele e negamos.
Eu sei que sou do B, mas essas salas são tudo iguais.
- Ah, saíam - fala e Becca saí, mas eu cruzo os braços.
- Você não manda em mim - falo e ele bufa.
- Srta. Anjo, poderia sair por favor deste inferno? - fala e eu dou um sorriso.
- Bom conhecer você também ajudante de Lúcifer - falo e saío de lá e fecho a porta.
- Você é louca - fala Becca rindo e saímos.
Chegamos na frente de mais uma sala e paramos.
- Se essa não for a sala, eu volto para o dormitório dormir - falo e bufo. Becca bate na porta e uma professora abre.
- Atrasadas? - pergunta ela e concordamos.
- Mas está é a sala do terceiro B? - pergunto e ela solta um sim e nós deixa entrar.
Sentamos lá trás, as vacas de ontem estavam lá na frente. Glória a Deus que não sentei perto dela, mas sentamos perto de uns garotos que nós olharam de cima a baixo.
Credo
- Perdeu alguma coisa na minha cara? - pergunto para o moreno que não parava de olhar.
- Não - fala e eu dou um sorriso
- Então para de olhar - falo forçando um sorriso e ele virá para frente, os amigos dele dão risada, mas param assim que ele os olham.
- Não acredito que você mandou ele parar de olhar, sério, viu a cara do meu irmão? - pergunta Becca e eu olho perplexa para ela.
- Esse animal é seu irmão? Não dá de reparar! - exclamo.
Se eu fosse um ovo, já tinha chocado.
- Eu sei, sou mais bonita - fala jogando seu cabelos e eu dou um sorriso.
Pego meu material e começo a copiar o que a professora está passando, não é porque eu não quero ficar aqui que eu tenho que ser burra.
(•••)
- Comer, comer, comer, comer para poder crescer - canto quando bate o sinal - Vamos Becca, eu preciso alimentar o Josevaldo - falo e ela me olha arregalando os olhos, igual aos garotos que estavam do meu lado
- Josevaldo? - pergunta surpresa e eu concordo.
Qual o problema?
- Seu estômago não tem nome? - pergunto e ela solta um suspiro e os garotos começam a rir.
O que eles estavam fazendo aqui? Pensei que já passou o caminhão do lixo, porque não levou eles?
- Não - fala ela é eu reviro os olhos e a puxo.
- O meu tem - fala um dos garotos e eu olho para ele e aponto para ele.
- Você, é doente mental... Gostei de você - falo e ele ri, ele manda um coração para mim.
- Agora vamos comer, tô morta de fome - falo e puxo Becca para fora.
Pego muita comida e sento numa mesa da parede com a Becca e logo as antas vem também.
Quem convidou eles?
- Iiiih, pode sair, ninguém convidou vocês! - exclamo e o irmão da Becca me olha.
- Não precisa, nós somos importantes - fala ele é a Becca faz uma careta e eu reviro os olhos.
- Importante sou eu, então saí! - exclamo e ele coloca a bandeja em cima da mesa e coloca suas mãos na mesa para fica de cara comigo.
- Não vou, saí você! - fala ele é eu começo a olhar as mesas. Tinha um espaço na mesa dos jogadores de futebol.
- Saio mesmo, eu lá vou comer com uma anta - falo e vou até a mesa e me sento e começo a comer minhas batatas fritas.
Me convidaram? Não, mas nem precisa!
- Licença... Hum, quem você é? - pergunta um dos garotos que era bem bonitinho por sinal.
- Pandora, só vou sentar aqui porque não quero sentar com as antas! - falo e aponto para a mesa onde eles estavam.
- Tudo bem,Smurf - fala o que estava do meu lado e eu pego uma batata e coloco no seu pescoço.
- Cala a boca girafa humana - falo e como minha batata e eles riem.
- Você é engraçada, Marrenta! - exclama um deles.
Eba, virei palhaça agora!
Logo Becca vem e se enfia no meio dos garotos e eu arqueio minhas sobrancelhas e ela ri.
- Eles são mais bonitos! - exclama e eles nós olham.
- Olha, temos a Smurf e a Algodão doce - fala o do meu lado.
- Ei, não é porque você é bonito que tem o direito de me chamar de Smurf - falo olhando e ele ergue as mãos em rendição.
Olho para trás e os garotos, que não descobri o nome até agora, estavam com uma cara de cú.
***
Mais um cap. para vocês!
Espero que estejam gostando, a história não tá boa, mas vai melhorar!
Tá chegando o Natal já, parece que foi esses dias que começou o ano!
Logo volta às aulas.... O tempo tá passando rápido, bora parar o tempo!
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Uma Marrenta no Colégio Interno
Teen FictionPandora, a adolescente "problemática" é mandada ao Colégio Interno e, como em todo clichê, isso irá mudar sua vida de cabeça para baixo. Ela fará amigos, inimigos, brigas e sem falar dos garotos. Esse é mais um típico clichê e, claro, um belo romanc...
