- calma Gabby, eu só irei levar você para minha casa. - ele suspirou de cansaço. - quero que você tenha o melhor cuidado, e que se alimente bem.
- eu quero ficar com as minhas amigas, elas irão cuidar de mim. - ainda estava chorando.
- essa não é uma escolha sua, você só trata de carregar o nosso filho no
seu ventre, e do resto trato eu. — meu sorriso se abriu ao escutar "nosso filho" mas eu ainda estava brava.
- isso não é justo. - sussurei.
Ele fechou a porta do carro, e depois voltou a entrar dentro da casa.
O tal do lucas, veio deixar minha malinha na bagagem e depois entrou também.
Uns minutos depois, Melissa estava saindo da casa com uma mala na mão, e sorria de orelha a orelha.
Nathaniel abriu a porta do carro, e entrou no lugar do motorrista, e Mel entrou no do passageiro.
- lucas, trate de trazer novas meninas para ficarem nesta casa, pois essas duas não voltam para que tão cedo. - o lucas acentiu e saio de perto da janela.
Ele ligou o carro, e começou a dirigir.
- Melissa! Você irá ser contratada com uma nova funcionaria minha, você terá que cuidar da Gabby. - ele falou. - você deixará de trabalhar na boate provisoriamente, até o bebé nascer.
- sim senhor. - ela falou em um tom animado.
- eu sei que você sabe sobre a gente, e peço total sigilo disso... Você será bem recompesada. - Melissa respondeu um "sim", e depois todo mundo ficou calado.
O resto do caminho foi silêncio, ninguém se atrevia sequer a respirar, e a tensão estava tão pesada que era capaz de se cortar a faca.
- Get out. - Nathaniel falou saindo do carro, mas não consegui me mexer. - eu disse saiam, agora!
Comecei a me remexer, e depois abri a porta, Melissa fez o mesmo.
Começamos a caminhar lado a lado, olhando uma para outra.
- ENTREM RÁPIDO! - Nathaniel gritou.
Caminhamos rápido, e logo que chegamos a porta, ela foi aberta pela Meredith, ela sorriu em nossa direção e depois nos deu passagem.
- sejam bem vindas... De novo! - ela caminhou com a gente até a cozinha. - vocês precisam comer algo, principalmente você Gabrielle.
- estou sem fome, só preciso de um banho e um belo descanço. - me sentei. - e estou muito enjoada para comer.
- são os sintomas da grávidez, são só uns meses, relaxa... - ela sorriu reconfortante, e por um momento achei que fosse minha mãe.
- Gabby!!! - Melissa me chamou. - a gente está falando com você.
- ohh sim. - abanei a cabeça para tentar me livrar da porra desses pensamentos.
- estavamos perguntando se você quer o quarto do bebé azul ou branco. - Meredith questionou.
- pessoal! É muito cedo para isso... - tentei mudar de assunto. - podemos ir escolhendo oque vou comer amanhã, por exemplo.
- uns waffles, com cobertura de chocolate e sorvete de baunilha, e uns morangos a condizer. - ela sugeriu.
- cá me apetece uns tacos com molho de azeitona e um pouco de mustarda! - dei de ombros.
- murtarda? Eca amiga, você está passando do limite. -Melissa riu.
-só preciso de um banho e de um belo descanso! - bocejei.
- sim! Deixe-me acompanha-la até o seu novo quarto - Merdedith foi caminhando pela frente, e a gente a seguiu.
O quarto era mesmo ao lado do quarto do Nathaniel, e o da Melissa era logo ao lado do meu.
- boa noite Meredith, tenha um bom descanso - despedi, e logo entrei no meu quarto.
Tomei um longo banho, e depois me deitei na cama, olhando para o nada, e me perguntando se tudo de mau em minha vida já tinha acabado.
♥♥♥•♥♥♥
Minha cabeça doia a mil por hora, já fazia meia hora que estava sentada na cama olhando para a janela.
- Gabby? - Melissa chamou do outro lado da porta. - você está acordada?.
- claro! pode entrar. - me sentei na cama, esperando que ela entrasse.
- como dormiu? Você quer algo para comer? - amiga mais atenciosa.
- por acaso quero! - sorri.
Ela saiu do quarto, e entrou empurrando algo, que parecia ser, "Waffles com cobertura de chocolate, sorvete de baunilha e algumas frutas por cima".
- eu pedi tacos! - cruzei os braços.
- gordura a mais não! Só coisas saudáveis.
- está bem mamãe, eu como tudo que você mandar. - resmunguei.
- otima garota, vai receber uma chupeta pelo bom comportamento. - rimos.
Ela sentou na cama, e eu comecei a devorar tudo, sem nem pensar duas vezes.
- está tão bom assim? Que exagerada você é. - ela revirou os olhos.
- não sou eu, é o teu sobrinho/a que me faz comer desse jeito. - murmurei.
- até ontem, você comia feito princesa, e hoje que sabe que tá grávida, come feito um demônio. - rimos. - bom, eu vou ajudar em mais algumas coisas, não quero atrapalhar você.
Ela saiu rápidinho do quarto, como se tivesse visto um fantasma, e eu dei de. ombros, e continuei comendo.
- bom dia! - Nathaniel falou, entrando no quarto.
- oi! - deixei a comida de lado, e lancei um sorriso perverso na direção dele.
- como você se sente? - perguntou com certa preocupação.
- alem dos enjoos e vomitos que ocorrem constatimente, me sinto melhor. - desviei meu olhar do dele.
- hummm... Eu queria pedir desculpa por não ter acreditado em você, eu fiz as contas e estão certas! O filho é meu. - e foi nesse momento em que minha dúvida sobrevoou o quarto.
E se não fosse dele? Mas sim do ultimo casal que eu recebi aquela noite? A gente não transou com camisinha, e aquilo me aterroriza.
- e a ruana? Como fica nessa história toda? - perguntei.
- bom, estou planejando vender a boate, e todas as prostitutas, assim terei dinheiro suficiente para pagar o pai dela, e a gente pode ter uma vida tranquila longe de tudo e de todos. - dito desta forma, parece tão simples e facil.
- e ela? Como fica no meio dessa história toda? - perguntei preocupada.
- ela não tem nada oque fazer! A gente não se casou, e mais cedo ou mais tarde ela terá que aceitar isso! - ele ficou sério.
- será?
***
Demorei bastante, meu bloqueio criativo ficou forte.
E só voltei para vos agradecer por lerem minha historia, e desejar boas entradas e um feliz natal atrasado.
Estou muito atolada também com o meu aniversario, não sei oque fazer, estou muito preocupada e exausta de tanto não saber oque fazer.
Já para não falar do meu tradutor que ficou bugado, e que ao em vez de me dar coisas certas, só dá erradas.
Desculpa pelos erros, não prometo corrigir, mas irei tentar ver oque faço.
Bjs de luz, que a titia Yússira está de volta.
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A PUTA
DragosteGabrielle Brish, morava com seu pai em um pequeno bairro perdido em los angeles, vê-se obrigada a mudar de vida bruscamente por uma maldita dívida do pai. Mas ela não sabia que a sua sorte estava prestes a mudar, ao conhecer o grandioso chefe dela...
