Entre brigas e provocações, Natsu e Lucy não conseguem evitar sentir algo a mais que ódio. Se vendo presa num jogo perigoso e excitante, Lucy descobre que ainda existem muitos mistérios sobre os incidentes do passado, especialmente quando coisas es...
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– Quando podemos nos ver?
– Hoje. Tem que ser hoje.
– Na sua casa? – Imagino a expressão com segundas intenções de Hibiki e reviro os olhos.
– Não, na escola. Você já estudou aqui, sabe onde é. Estarei na biblioteca, você pode usar os computadores de lá.
Escuto sua risada.
– Claro que não, meu amor. Não gosto de usar esses computadores lerdos de colégio, vou levar minha máquina.
Hibiki e sua paixão por informática.
– Você quem sabe, contanto que faça o que pedi. Demora muito?
– É só o tempo de eu digitar e assinar o contrato. Vai querer que eu leve os termos já prontos? Pra quem é?
– Não. – Não consigo conter um sorriso de canto. – Meus termos são, digamos, bastante peculiares.
– Hm, interessante. Espera, seus termos?! – Ele parece horrorizado. – Não me diga que você...
Começo a rir de seu desespero.
– Quem é o maldito felizardo?!
– Vai saber quando chegar.
– Maldade, Lucy. – Seu tom de voz está falsamente choroso. Que idiota, nem parece que tem 20 anos na cara. – Pensei que você estivesse se guardando para mim!
– Não seja ridículo, Hibiki. Venha logo, se não te quebro a cara.
Quando ele faz menção de choramingar mais, eu desligo a ligação. É cada encosto que me aparece.
Hibiki já está na faculdade, mas o conheci através de papai numa das raras vezes que fui em seu escritório numa situação até engraçada. Ele estagia lá e tem meu pai como chefe. É um cara legal, um pouco infantil demais para a sua idade, exceto quando dá em cima de mim. Já bati nele algumas vezes, mas nada sério. Hibiki nunca rompeu os limites, e isso é bom para sua própria segurança. Se eu não o matasse, acho que papai pediria para que Laxus o fizesse.