Entre brigas e provocações, Natsu e Lucy não conseguem evitar sentir algo a mais que ódio. Se vendo presa num jogo perigoso e excitante, Lucy descobre que ainda existem muitos mistérios sobre os incidentes do passado, especialmente quando coisas es...
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Pessoal, fiquem atentos às músicas. A Segunda, quando chegar na parte da Levy, recomendo que a ouçam com velocidade 1,5x, para uma melhor experiência ❤
A primeira música é tudo de bom 😈 Boa Leitura!
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– Natsu? – O chamo com a voz fraca, engolindo em seco.
Ele abaixa a cabeça e dá um sorriso de canto, o que não ajudou em absolutamente nada para o meu nervosismo crescente. Esse não é o Natsu, nem o Dragneel que conheço.
Ainda estou paralisada quando ele segura meus cabelos pela nuca, fazendo com que doa um pouco. E se levanta da mesa comigo nos braços.
– Natsu, o que houve? – Ele não responde nada, com um semblante indecifrável que na penumbra apenas fica mais obscuro. Me solta no chão, para logo em seguida me jogar bruscamente contra a parede, levantando minhas pernas e me fazendo ficar na ponta dos pés. – O que está fazendo?
Apertando meu pescoço por trás, ele tira os fios de cabelo do meu rosto, sussurrando em meu ouvido:
– Calada.
Ele me penetra de vez, profunda e agressivamente. Um gemido escapa de mim como um grito. Minhas mãos agarram a parede, enquanto ele continua a me prender pela nuca, como se me impedisse de fugir.
Poderia gritar por socorro, mas não sou do tipo gazela indefesa. Poderia me debater para fugir, ou até mesmo machucá-lo para me defender. Porém, mesmo que eu não conheça esse cara, meu corpo não reage em defesa assim como os outros. Não porque é o corpo de Natsu, e sim porque me sinto atraída por essa agressividade sombria.
Sua respiração pesada esquenta meu pescoço, o esforço lhe fazendo tencionar os músculos. Por algum motivo, sinto seu autocontrole em não me machucar, e eu não se isso representa um vislumbre de sua sanidade ou de sua loucura. Porém, tudo isso parece ser muito vago em comparação às minhas reações.