Quarenta e dois - Confiança

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Notas do Autor

E CHEGAMOS FINALMENTE NO ÚLTIMO CAPÍTULO POSTADO NO SPIRIT! Eu ouvi um amém? Ai, que felicidade gente, na moral <3 Eu amo vocês, já disse isso? Obrigada por todo o apoio no início dessa minha jornada aqui no Wattpad! Todos os votos e comentários, vocês são fodas demais! Espero que  a partir de agora a gente creça ainda mais por aqui! Quem alcançar os 250k de views que temos no Spirit? Gente, é um quarto de milhão de vezes que leram JS! Vocês tem noção disso? Eu choro só de lembrar isso.
Obrigada por tudo!! Boa leitura!

Ps.: Leiam as notas finais, é importante!





Estávamos na cozinha, nus por baixo do dos robes de luta que o Laxus tinha no porão. Eu havia acabado de colocar o omelete no meu prato quando me sentei, mas Natsu já estava devorando o seu.

– Cara, eu nunca pensei que um omelete só com legumes podia ser tão gostoso.

– Eu te disse. – Falei, dando uma garfada. Realmente, estava muito bom. – O queijo é só pra dar a liga e um toque especial. Você come muita porcaria, Natsu. Nem parece que é atleta, não sei como consegue manter a forma.

– Bastante treino. – Ele sorriu maliciosamente e entendi o que ele quis dizer. Revirei os olhos e empurrou o prato limpo de volta, com uma cara de cachorro pidão. – Mais.

Sorri e ele pareceu envergonhado.

– Buraco sem fundo, ainda bem que fiz um a mais.

Ele pareceu feliz em comer novamente. O encarei por um momento, mas quando ele me olhou eu tratei de desviar o meu olhar de volta para a comida. Que merda de clima é esse? Eu devo estar ficando maluca, só pode.

Terminamos de comer em silêncio e ele fez questão de lavar a louça, enquanto eu organizava o resto da cozinha. Olhei para o relógio na parede, já eram quase meia noite.

– Está ficando tarde. – Comentei.

– Eu acho melhor eu ir andando. – Ele falou, olhando o celular.

Senti um baque no estômago.

– Não! – Gritei, o assustando. Engoli em seco. – Quer dizer, você não precisa ir agora, eu provavelmente vou dormir sozinha.

Ele estreitou os olhos, parecendo só então entender tudo.

– Espera aí, você está com medo de ficar sozinha em casa?

– Não é nada disso! – Rebati, mas minha voz aguda me denunciou.

Natsu começou a rir e eu corei de vergonha.

– Ah, então é isso. Você só não quer ficar sozinha... – Ele respirou fundo. – Então a durona Lucy Heartfilia no final também uma garota que tem medos? Tudo bem, eu fico e prometo não deixar os monstros pegarem você. Apesar de que, no caso, o monstro pode ser eu.

– Vai se foder, Natsu. – Me irritei, ele estava fazendo pouco caso de mim. – Se for para ficar de graça, pode ir embora.

– Nossa, cadê a garota fofinha que corou pedindo para que eu ficasse?

Tentei chutá-lo, mas ele não só se defendeu como me segurou pelos punhos, me fazendo girar e ficar de costas para ele.

– Eu fico, loirinha. – Sussurrou no meu ouvido, causando um arrepio. Mas logo ele me soltou, me deixando a ver navios. – Mas antes, eu preciso de um banho.

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