Entre brigas e provocações, Natsu e Lucy não conseguem evitar sentir algo a mais que ódio. Se vendo presa num jogo perigoso e excitante, Lucy descobre que ainda existem muitos mistérios sobre os incidentes do passado, especialmente quando coisas es...
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FINALMENTE O FIM DOS CAPÍTULOS SOBRE O PASSADO! Faltam exatamente 7 capítulos para JS alcançar os atuais, uhul! E sabe do que mais? JUST SEX ATINGIU 1K DE VOTOS AQUI NO WATTPAD, GENTE! Só quero agradecer a todos vocês por isso, sério. Tô muito feliz e eu espero que isso seja apenas o começo. Vamos lá para esse capítulo tão aguardado?
Boa leitura!
– Lu, tem certeza de que isso é uma boa ideia? – Michelle perguntou, apreensiva.
Respirei fundo, esfregando os braços enquanto andávamos na noite fria e deserta. Eram quase dez horas da noite e aquilo era certamente uma loucura, mas meu instinto imediatista gritava para que eu acabasse com aquela farsa de uma vez por todas esta noite. Agora que realmente aceitei que todo esse tempo eu estive enganando o Sting e a mim mesma, eu não poderia deixar isso para depois. Tinha que ser hoje.
Quando chegamos no ponto de encontro, nos sentamos num banco da praça embaixo de uma árvore e eu finalmente respondi:
– Eu realmente não sei, Mimi. Na verdade, eu não sei o que exatamente estou fazendo da minha vida há muito tempo.
Ela segurou minha mão, me acolhendo em seu ombro.
– Vai dar tudo certo, eu estou com aqui com você.
Balancei a cabeça, querendo acreditar em suas palavras. Como será que ele irá reagir depois do que aconteceu ontem?
Algumas horas antes
Depois de conversarmos enquanto comíamos rosquinhas e café gelado, Michelle nos deixou sozinhos no observatório e foi para casa de táxi. Ela deliberadamente ignorou meu olhar de desespero, o que eu mais queria era que ela ficasse de vela, porém a desgraçada me jogou de volta para a resolução dos meus próprios problemas. Não que ela estivesse errada, mas, caramba, ela tinha que ser sensata logo agora?
– Muito legal, sua prima. – Disse Sting, balançando levemente nossas mãos entrelaçadas. Estávamos caminhando a esmo no jardim.
– É, ela é sim. – Disse apenas, sem ter mais o que falar.
Minha mente ia e voltava em suas palavras e em como eu nunca poderia correspondê-las. Uma onda de pânico começava a me invadir e o suor nas mãos demonstrava meu nervosismo, coisa que Sting obviamente percebeu. Como eu iria resolver essa situação?
– Blondie, você está bem? – Perguntou ele, parando de andar. Apenas o olhei apreensiva. Suspirando, ele coçou a cabeça: – Eu sei que o que eu fiz te colocou muita pressão, mas eu preciso que você saiba que nada precisa mudar de uma hora pra outra. Podemos continuar devagar, por mim está tudo bem. Eu só... queria dizer tudo o que eu sinto pra você.