Trinta e dois - Memórias do passado, parte 2

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Gente, vocês odeiam mesmo o Sting ou é só meme? Eu gosto muito dele, talvez pq eu sei pelo o que ele passou ahsuahuash.

Boa leitura!

Ps.: Decidi deixar esse retrospectiva que tinha feito no início do capítulo. Esse foi meu capítulo de retorno, depois que fiquei quase dois anos sumida do Spirit. Gente, até hoje não sei como voltei a ativa, socorro. Você me ajudaram demais e eu agradeço muito por isso. Amo vocês!



Nos capítulos anteriores de Just Sex

Aprofundando cada vez mais a relação intensa com Natsu, Lucy se vê confusa com certos sentimentos que podem significar muito mais que o sexo. Ao descobrir uma pista sobre Gajeel Redfox, o suposto assassino de aluguel, não pensa duas vezes em ir atrás do sujeito, acertar as contas sobre Levy e arrancar informações, mas o tiro sai pela culatra e ambos acabam presos em pleno deserto. Depois de muita insistência, Redfox lhe dá informações confusas, mas claras o suficiente para ela entender que existe toda uma rede secreta de pessoas que manipulam a sua vida, e que eles não são nada mais do que experimentos. Depois de mais de um dia sumida e com a mente aberta sobre como tudo em sua vida pode ter sido arquitetado, Lucy se abre com o irmão, Laxus, falando abertamente pela primeira vez sobre os acontecimentos de sua adolescência traumática e de como Sting e Natsu fizeram parte disso.


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Não preciso nem dizer que as coisas só foram piorando desde dos eventos traumáticos na piscina. Eu havia passado o resto do dia fingindo que estava tudo numa boa, mas por dentro eu sabia da bela merda que eu havia feito e como seria difícil reverter aquele clima chato que, mesmo eu me esforçando muito, ainda insistia em pairar sobre nós, como uma mosquinha irritante.

Natsu e eu não nos falamos no dia seguinte. Nem no próximo. Faz uma semana que estamos nos ignorando e eu colocando na cabeça mil e uma desculpas para a falta de contato, mesmo eu sabendo que nenhuma delas seria motivo suficiente para isso. Vez ou outra volto no tempo e fico tentando entender os motivos que me levaram a surtar daquele jeito, e então tenho que regredir ainda mais, até o dia em que fomos à cachoeira sozinhos. Natsu estava diferente naquele dia. Havia andado pensativo e me olhando o dia todo, até me chamar no canto e me puxar floresta a dentro quando todos estavam distraídos. Me carregou nas costas como fazíamos quando tínhamos seis anos, mas a sensação foi completamente diferente.

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