Entre brigas e provocações, Natsu e Lucy não conseguem evitar sentir algo a mais que ódio. Se vendo presa num jogo perigoso e excitante, Lucy descobre que ainda existem muitos mistérios sobre os incidentes do passado, especialmente quando coisas es...
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Cara, eu amo esse capítulo pois é quando a Wendy dá as caras de fato <3 Ela é uma personagem muito legal que será mais explorada nos capítulos atuais de JS.
Boa leitura!
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– Puta que pariu, Wendy! – Natsu se levantou, pelado e na cara de pau, a empurrando para fora. – O que você está fazendo aqui?
A garota que eu não via há tempos parecia do tipo desinteressada.
– Vejo que não perde essa mania de não trancar a porta. – Disse, me lavando a crer que não era a primeira vez que ela o pegava nesse tipo de situação, mas agora é diferente. Sou eu aqui! Quase me perdi no lençol de tanto que me cobri.
– E você não perdeu a sua de entrar sem bater. – Rebateu, deixando apenas uma fresta da porta aberta. Sendo olhado da cabeça aos pés, Natsu se deu conta de sua situação e tentou (inutilmente) esconder suas partes com apenas uma mão.
– Deixa de frescura, até parece que nunca te vi peladão. – Ela revirou os olhos e dirigiu seu olhar para mim. Me sobressaltei e me cobri até a cabeça. – Lucy?
Praguejei com o pano na cara, pedindo que, por um milagre, um buraco negro se abrisse debaixo de mim e eu fosse engolida pelo eterno vácuo da vergonha. Mas é claro que isso não aconteceu, então apenas me restou mostrar a fuça e sorrir forçadamente.
– Hã... E aí?
Wendy apenas fez um sinal da paz com os dedos e ajeitou sua bolsa nos ombros. Parecia estar com roupa de banho.
– Podem voltar ao que estavam fazendo, eu só vim avisar que cheguei da casa da Chelia. Adorei o cabelo novo. Fui.
Quando Natsu finalmente fechou a porta de vez, me permiti a levantar e iniciar meu ataque histérico.
– Fica calma, okay? – Ele gesticulou com as mãos, mas eu apenas balancei a cabeça negativamente e continuei a andar de um lado para outro de modo frenético. – O que acabou?