A família de Estella tem uma fortuna na casa dos bilhões. Gabriel é jogador do maior clube do Brasil.
Os dois são donos de personalidades completamente opostas e enquanto Estella precisa descobrir quem ela realmente é, Gabriel precisa se manter tot...
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Estella Bittencourt
Rio de Janeiro, Brasil - 28 de novembro de 2021
Me jogo na minha cama, após tomar um banho extremamente relaxante, e sorrio ao ver Gabriel ajeitando seu cabelo na frente do espelho. Nós havíamos chegado do Uruguai há pouco tempo e decidimos aproveitar o dia de folga do meu namorado para descansamos juntos.
— O que foi? — ouço-o perguntar e eu levo um pequeno susto, fazendo com que ele risse.
— Você é muito lindo! — digo sincera e vejo meu namorado sorrir envergonhado.
— Amor! — resmunga e eu gargalho, vendo ele caminhar em minha direção. Gabriel usava apenas uma cueca boxer e eu suspiro ao olhar para o monumento que está à minha frente.
— Muito lindo e muito gostoso! — deixo escapar, enquanto mordo meu lábio inferior, e vejo o artilheiro soltar uma gargalhada.
— Meu Deus, que fogo é esse? — pergunta, se deitando por cima de mim.
— Nenhum, lindo. Só estou comentando o quanto meu namorado é perfeito... — sou sincera e ele sorri envergonhado, deixando um beijo carinhoso em minha testa.
— Eu te amo demais, gatinha. Obrigado por estar ao meu lado, mesmo nas derrotas. — agradece e eu reviro os olhos.
— Não me gasta, Gabriel! — digo revirando os olhos e ele me encara em dúvida. — Eu vou estar ao seu lado sempre, cara. Nas vitórias, nas derrotas, na saúde, na dor e em todos os outros momentos. — declaro e vejo seus olhos brilharem.
— Isso foi tipo um voto de casamento? — me pergunta e eu solto uma risada.
— Se você quiser que seja... — dou de ombros e ele me puxa para um beijo.
[...]
Acordo sentindo alguns beijos sendo depositados em minhas costas e abro um pequeno sorriso, mesmo sabendo que o responsável por isso não veria. Viro para o lado, encontrando Gabriel me encarando atento e coloco meu rosto em seu peitoral, fazendo com que ele risse antes de me puxar para um abraço.
— Que horas são? — pergunta baixinho.
— Quase sete da noite. — meu namorado responde e eu acabo me assustando.
Ficamos o resto da noite deitados, trocando carinhos. Levantamos para comer quando o relógio já estava marcando quase meia noite e, mesmo assim, só porque eu implorei bastante para Gabriel descer para me fazer companhia, enquanto eu lanchava.