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Estella Bittencourt

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Estella Bittencourt

Rio de Janeiro, Brasil - 30 de março de 2022

Me ajeito na cadeira do camarote e suspiro nervosa ao ver o placar marcando um empate sem gols para Flamengo e Fluminense. Hoje é o jogo da primeira final do Campeonato Carioca e o primeiro tempo foi um tanto quanto tenso para a gente.

— Eu, sinceramente, espero que dê tudo certo para a gente... — Marília comenta e eu suspiro, mais uma vez, demonstrando meu nervosismo.

— Eu queria estar com um bom pressentimento, mas não estou... — digo baixinho e a esposa do camisa sete me encara preocupada.

— Enfim, vamos mudar de assunto... Quando você se muda? — me pergunta e eu sorrio.

— Amanhã! A maioria das coisas já foram do meu outro apartamento, mas amanhã vai o resto das coisas e já dormirei lá. — comento animada e ela sorri.

— Precisamos marcar um Open House! — sugere e eu concordo.

— Claro que sim! Vou ver no calendário, de acordo com os jogos deles, e aí a gente marca. — aviso e minha amiga concorda, no mesmo momento em que os times voltam a campo.

[...]

— Puta que pariu! — digo ao ver o Fluminense ampliar o placar.

— O que aconteceu com esse time? — Marília pergunta completamente atônita.

— O Leo Pereira acabou de entrar e o Flamengo já tomou dois gols. Isso não pode ser uma mera coincidência. — digo irritada e vejo Gabriel puto no gramado.

O jogo não demorou para acabar e eu fico irritada ao ver que iremos para o segundo jogo com uma desvantagem de dois gols. Apesar de achar que dá pro Flamengo virar, sei que é algo difícil e imagino como Gabriel deve estar irritado.

— Preparada para lidar com o humor do seu namorado? — Fabinho me pergunta, enquanto nós descemos até a saída dos vestiários.

— Zero preparada. — sou sincera e ele ri fraco.

Gabriel não demorou muito para sair do vestiário e me cumprimentou rapidamente com um selinho e fez seu toque com seu primo. Fomos embora para casa em silêncio e assim que chegamos, Fabinho avisou que sairia com uns amigos. Subo as escadas calmante e entro no quarto, vendo Gabriel tirando a roupa para deitar na cama.

— Como você está? — pergunto baixinho, querendo quebrar o silêncio.

— Como você acha que eu estou? — retruca e eu suspiro ao ouvir a grosseria.

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