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Thay🌞

Chegamos na quadra e tinha várias pessoas, estacionamos em uma vaga que tinha ali e o Bryan estacionou do nosso lado, descemos do carro e o rato veio pro meu lado, me deu a mão e ficamos esperando a Lua e o Perigo descer do carro.

Lua: caralho mona, tu tá arrasando. -falou me dando um beijo na bochecha e outro na minha barriga. - eai cara de cu. -falou com o Lucas e ele só passou a mão no cabelo dela.

Perigo fez o toque com o Lucas e depois veio me infernizar, falando que meu neném não nasce logo, as vezes eu pego ódio da cara dele, mas quem disse que o fdp liga?

Dei um beijinho nas crianças, e o Rato pegou na minha mão e atravessamos a rua, Lua e Perigo vinha com as crianças um pouco atrás. Entrei na quadra e já vi meus parente ali, não sei da onde surgiu, que eu me lembre não convidei ninguém.

Rato: desfaz essa cara de cu e vai dar um salve neles pô. -falou me puxando pra perto dele e eu fiz careta.

Quando o povo notou que tínhamos chegado, eles começaram a gritar e fazer maior bagunça, e eu só sabia rir, não sei o porquê mas eu me sinto tão bem perto desses meninos.

Perigo: cadê o Erick Luana? Esse menino já sumiu? -falou olhando ao redor e rimos.

Lua: aí Bryan não enche, ele só foi brincar com as crianças cara. -falou se sentando e eu dei risada negando.

Eles são tão fofinhos juntos, Lua conseguiu mudar o Bryan demais, ele já não é aquela pessoa fria que não pensa em ninguém, dou graças a Deus.

Rato: aí amor vou ficar por aqui mermo, vai lá. -falou se sentando e eu fechei a cara pra ele que nem ligou.

Não queria me estressar com o Lucas, então sai de lá e fui comprimentar os parente do meu pai.

Xxx: olha como tá grande. - a irmã do meu pai falou e eu revirei o olho.

- se viu né, tô dependente já. -falei dando uma indireta pra ela que vive nas custa do marido.

Xxx: tão independente que namora traficante, vai entender. -falou baixo mais o suficiente para mim escutar.

- o que tu disse aí? Não escutei direito. -falei e ela balançou os ombros.

Sai bufando dali, não quero fazer um barraco no chá revelação do meu filho não. Fui em direção a mesa que meu pai tava, que aliás era a que os meninos estavam.

Me sentei na mesa, não falei com ninguém. Eu estava puta da vida, meu pai me paga, ele quer justo trazer essa vagabunda que sempre me estressa.

Rato: que foi amor? Tá suave? -falou me olhando e eu nem respondi ele.

GG: ela só tá estressada porque eu chamei a tia dela. -falou dando um gole no whisky dele.

- aí pai, pelo amor de Deus né. Tantas tias pra tu convidar, tem que ser justo essa, que saco meu. -falei fazendo bico e ele me olhou com um olhar de culpa.

GG: desculpa filha, eu pensei que vocês já tinha se resolvido. -falou calmo e eu olhei pra ele negando.

- Eu não suporto essa mulher pai, toda vez que ela tem oportunidade para me encher o saco, ela me tira do sério. Eu quero saber o que ela tem haver com minha família cara, toda vez fala do Lucas, eu juro que só tô calma por causa do bebê, se não eu ia tacar minha mão na cara dela. -falei e o Lucas me olhou sem entender nada.

No alto da Rocinha (2° temporada)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora