CAPÍTULO 04

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Escrito e revisado por:  VitoriaCrazy

Cambaleio pela estrada deserta, pela alta madrugada, correndo quase sem forças, este deveria ser só mais um programa comum, todavia, fui atraída para uma porra de emboscada, o cliente era um escroto abusador que queria me estuprar, atirei nele sem...

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Cambaleio pela estrada deserta, pela alta madrugada, correndo quase sem forças, este deveria ser só mais um programa comum, todavia, fui atraída para uma porra de emboscada, o cliente era um escroto abusador que queria me estuprar, atirei nele sem dó, pois sempre ando preparada para tais emergências, provavelmente morreu e não lamento, fez por merecer com sua ousadia babaca, fugi da casa no meio da floresta em que me trouxe, pura estratégia do sádico para me foder à força e descartar meu corpo sem vida em algum buraco sujo.

Tenho grande trauma disso, recordando de uma péssima lembrança que procuro esquecer:

"O famoso olheiro de moda, Norbert Stein, casado, com mais de 25 anos de experiência e mais de mil talentos encaminhados para o mercado nacional e internacional, considerado um dos grandes descobridores de modelos e atores da cidade, tinha visto potencial em mim e me convidado para alguns treinos para aperfeiçoar melhor, meus pais confiaram em me deixar vir sozinha com ele, afinal, é um homem honesto e de confiança.

— Tire a roupa, garotinha. — o velho manda, mudando completamente sua face de senhor amigável para tarado abusador assustador, assim que as portas se seu ateliê são fechadas e estamos sozinhos. — Seu teste começou.

Não entendi, não vejo necessidade, senhor. — resmungo confusa, com o estômago se retorcendo e o cérebro adivinhando o que estará prestes a acontecer.

— É claro que tem necessidade, como você acha que as modelos se destacam nesta indústria, fedelha? É preciso ter mais do que puro talento, eu não estarei te ajudando de graça, se você quer subir na vida, primeiro tem que sentar para mim. Você é virgem, não é? Eu amo virgens. Não se acanhe, muitas estiveram em seu lugar e hoje desfrutam de todo o sucesso. — quanto mais o porco nojento falava estupidez, removendo suas roupas, mais a minha vontade de vomitar crescia, eu tinha 13 anos...

— Eu não quero isso, quero ir embora. — com o medo e a raiva emaranhados em meu ser, forço minhas pernas a se moverem em direção à porta trancada e Norbert a bloqueia com seu corpo flácido.

PECADO PERIGOSO (Concluído)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora