Este livro é dedicado a vocês, que ousam sonhar com um amor sem fronteiras. Que ousam descobrir o lado mais obscuro do amor e da paixão. Que ousam amar com toda a sua intensidade, mesmo que isso implique se arriscar pelo caminho.
Isadora Ravenwood é...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Acordo no dia seguinte com o som do despertador. Me espreguiço e me levanto da cama, ainda sonolenta. Caminho até o banheiro e lavo o rosto, tentando se livrar da sonolência. Me olho no espelho e vejo que ainda parecia cansada. Meus olhos estavam um pouco escuros, mas nada que uma base não resolvesse. Suspiro e começo a me arrumar para o trabalho. Escolho uma roupa confortável e prática, mas ainda elegante. Me maquio com cuidado, realçando meus olhos e lábios.
-- Bom dia! -- Beijo o rosto da minha tia enquanto ela preparava o café
-- Bom dia minha menina -- Ela sorrir de lado -- Vou ao mercado hoje, vai querer alguma coisa?
-- Não, não precisa se preocupar -- Respondo coçando os olhos
-- Vou arrumar seu quarto mais tarde -- Ela diz me entregando uma xícara
-- Sabe que não precisa se esforçar tanto né?
-- Você trabalha demais, só quero ajuda-la -- Ela se senta na mesa
-- Tudo bem!
Converso mais um pouco com ela e logo depois saio, hoje eu teria que enfrentar mais um dia exaustivo de trabalho. Chego ao hospital psiquiátrico onde caminho pelo corredor até minha sala. Cumprimento alguns colegas de trabalho pelo caminho, mas estava um pouco distraída. Estava pensando em tudo o que havia acontecido no dia anterior e me sentia um pouco ansiosa.
Quando cheguei à minha sala, abri a porta e entrei. Me sentei em minha mesa e liguei o computador. Verifiquei meus e-mails que havia algumas mensagens urgentes para responder. Comecei a trabalhar em minhas tarefas, tentando se concentrar no trabalho e não pensar em outras coisas. Eu sabia que tinha um trabalho importante a fazer e queria fazer o melhor possível.
Saio dos meus pensamentos quando o desgraçado do Ethan entra em minha sala sem ao menos bater.
-- Você tem não prescisa tratar do paciente Arshe -- Ele diz entrando
-- Bom dia para você também -- Junto os papéis que estavam espalhados em minha mesa -- Não preciso que me diga o que fazer em meu serviço
-- Você é tão fofa, Isa -- Ele diz sarcástico
-- Sai da minha frente -- Me afasto saindo da sala
Eu cheguei ao quarto branco e abri a porta. O quarto estava vazio, exceto por Lucian que estava sentado no chão, com uma camisa de força. Seu olhar era distante e de indiferença. Ele me olhava com frieza e raiva, meu corpo se arrepiou com aquele olhar. Me aproximo dele cautelosamente enquanto o mesmo me seguia com o olhar.
-- Posso conversar com você? -- Pergunto com um sorriso singelo
-- Veio me perguntar por que matei aquele cara ontem? Eu simplesmente quis isso -- Seu olhar penetrante me fuzilava, minha mente pedia para que eu corresse mas meu corpo me mantinha no lugar