Este livro é dedicado a vocês, que ousam sonhar com um amor sem fronteiras. Que ousam descobrir o lado mais obscuro do amor e da paixão. Que ousam amar com toda a sua intensidade, mesmo que isso implique se arriscar pelo caminho.
Isadora Ravenwood é...
Ouçam a música "Man of the world "de Naruto, é só pra doer no coração 💔
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Eu estava brincando no meu quintal, quando escutei um latido vindo da porta. Eu corri para ver o que era e me deparei com um cachorrinho preto e branco, todo sujo e magro. O cachorro abanou o rabo e lambeu a minha mão, e eu me apaixonei na hora.
-- Oi, amiguinho -- eu disse, fazendo carinho no cachorro -- De onde você veio? Você está perdido?
O cachorro não latiu, só continuou me lambendo, e eu sorri.
-- Você é muito fofo -- eu disse, pegando o cachorro no colo -- Você quer brincar comigo?
O cachorro latiu, como se quisesse. Eu olhei para a porta da minha casa e lembrei do meu pai. Eu sabia que ele odiava animais e que nunca ia deixar eu ter um cachorro. Eu tinha medo do que ele ia fazer se visse o cachorro.
-- Vem, eu vou te levar para o meu quarto -- eu disse, entrando na casa com cuidado -- Você vai ficar escondido lá, até eu pensar em um jeito de te adotar.
Eu subi as escadas e fui para o meu quarto, trancando a porta. Eu coloquei o cachorro na minha cama e fui buscar um pouco de água e comida para ele.
-- Aqui, toma -- eu disse, dando um copo de água para o cachorro -- Você deve estar com sede.
O cachorro bebeu a água e depois comeu um pedaço de pão que eu tinha trazido.
-- Você está com fome, né? -- eu disse, vendo o cachorro comer o pão -- Não se preocupe, eu vou te dar mais comida depois.
Eu me sentei na cama e abracei o cachorro, que se aconchegou no meu peito.
-- Você é muito bonzinho -- eu disse, sentindo o calor do cachorro -- Você sabe, eu sempre quis ter um cachorro. Mas o meu pai não deixa. Ele diz que cachorro é sujo, barulhento e dá trabalho. Ele não gosta de nada que me faz feliz.
O cachorro olhou para mim com seus olhos castanhos e lambeu o meu rosto, como se quisesse me consolar.
-- Você me entende, né? -- eu disse, sorrindo -- Você é o meu melhor amigo. Eu vou te proteger do meu pai, eu prometo. Ninguém vai te machucar.
O cachorro latiu, como se agradecesse. Eu me deitei na cama e fiz carinho no cachorro, que se aninhou no meu braço.
-- Eu vou te dar um nome -- eu disse, pensando -- Que tal... Rex? Você gosta de Rex?
O cachorro latiu, como se gostasse. Eu fiquei feliz.
-- Então, Rex, seja bem-vindo à minha vida -- eu disse, beijando o cachorro -- Eu te amo, Rex.
Rex também parecia me amar. Nós ficamos abraçados na cama, felizes e sonhando com um futuro melhor.