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Chegamos na mansão dos Rizzo com Piero gritando no celular, do mesmo jeito como ele veio durante o caminho.
Ele geralmente não demonstrava raiva, se expressava melhor através de fazer piadas ou mantinha a calma. Ele estava calmo durante o caminho, até alguém no telefone dizer algo que não o agradou e ele se transformar de repente em uma tempestade de fúria contida.
Ele abriu a porta da frente e deixou a porta aberta, indicando para eu entrar enquanto continuava a conversa no telefone e entrou logo atrás de mim, fechando a porta por trás de si.
Piero encerrou a ligação, e olhou para mim com uma expressão séria.
— Eu estava determinado a pegar leve com o seu pai, mas agora eu estou disposto a torturar ele por muito tempo antes de acabar com a vida dele. Eu não vou ter misericórdia. Ele vai se arrepender do dia que ele nasceu.
Eu engoli em seco, observando-o passar direto e o segui até a sala de estar.
Eu tinha um bolo formando na garganta, mas ficou mais forte quando vi meu sogros, e minha sogra veio em minha direção para me abraçar.
— Nós já estamos colocando os melhores homens da Genovese nisso. — Alberto explicou. — Nós não conseguimos localizar exatamente a rua em que fica a casa onde ele está escondido, mas enquanto não conseguimos localizar, colocamos alguns soldados para bater de porta em porta.
Abracei Donatella, sentindo-me fraca e vulnerável diante dessa situação aterrorizante. Sentia-me grata por ter o apoio da família de Piero, mas ainda assim, o medo me consumia.
— Bater? — Piero perguntou — Não temos tempo para perguntas gentis, pai.
— Você está querendo aparecer na porta de pessoas inocentes e enfiar uma arma na cabeça dessas pessoas, Piero? — Renzo apareceu com Gaia.
Meu cunhado parecia tenso, mas eu acho que ele era mais controlado do que o irmão.
Piero travou o maxilar, olhando para Renzo com uma intensidade feroz.
— Se isso significar encontrar minha filha, então sim. Eu farei o que for necessário.
Eu o observei ficar mais algumas coisas no telefone e se retirar da sala sem dizer mais nenhuma palavra.
Enquanto isso, meu telefone tocou. Era um número desconhecido. Tremendo, atendi a ligação, esperando ouvir notícias sobre Melissa.
— Alô? — minha voz saiu trêmula.
Uma voz rouca e ameaçadora respondeu do outro lado da linha:
— Heaven, querida filha, estou decepcionado com você. Pensei que você pudesse estar do meu lado, mas vejo que escolheu permanecer ao lado desse Rizzo. Muito bem, então terá que lidar com as consequências. — Era a voz de meu pai.