Entre Pétalas E Espinhos

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No jardim, onde o mistério e o horror se encontram...

As pétalas caem pálidas, como suspiros que afloram...

Espinhos escondem segredos, em sua sinistra forma...

Cortam e perfuram, a dor se transforma.

A rosa negra, solene, enfeita a desolação...

Seu aroma é um enigma, uma cruel sedução...

O amor se desdobra em um quadro de tristeza...

Entre flores e dor, revela-se a tristeza...

O amor que antes era pétalas, agora se transformou em espinhos.

No silêncio das sombras, onde o desespero se esconde...

Cada espinho é um lamento que nunca responde...

Assim, entre pétalas e espinhos, no breu eterno...

Os ecos do tormento ressoam no inferno.

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