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Pov: Ana

Achei estranho o comportamento de Vinicius, de uma forma um tanto repentina, me chamar pra sair no meio da noite, assim do nada. Mas ele pediu com um jeitinho que foi impossível recusar. Fiquei olhando pro seu rosto, parecia mais sério que antes.

Quase o questionei de tão sério que ele estava, mas preferi ficar na minha. Provavelmente, deve estar estressado com os problemas do morro ou sei lá o quê. Mas, pra ele estar tão sério assim, só esse assunto mesmo pra deixá-lo tão tenso.

Quando olhei o lugar onde estávamos, fiquei intrigada, porque era um hotel. Minha cara de paisagem era perceptível, não entendi absolutamente nada.

— Vinicius, o que a gente tá fazendo aqui?

Ele não respondeu. Entramos, e ele foi direto pra recepção. Eu não conseguia entender o que ele e a recepcionista estavam falando, mas vi ele pegando uma chave. O mesmo me chamou com um aceno de cabeça silencioso, e eu apenas o segui.

Observei ele abrindo a porta do quarto. Assim que deu espaço pra que eu entrasse, a primeira coisa que reparei foi a decoração maravilhosa da cama, com pétalas de rosas, e uma mesa ao canto, com um balde cheio de gelo, champanhe e duas taças ao lado.

— Vinicius? O que que é tudo isso?

— Olha, Ana, eu sei que nós passamos por momentos difíceis pra caralho, mas... eu queria ser melhor. Melhor pra você e pra nossa filha. E eu quero deixar claro todas as minhas intenções contigo, que não é só momento e nunca vai ser. Eu sou meio sem jeito pra fazer isso, mas... eu quero saber se tu quer casar comigo.

Ele tirou uma caixinha linda do bolso, com um belo par de anéis.

Fiquei surpresa com o pedido dele, não conseguia assimilar. Senti meu coração acelerar, parecia que minha respiração tinha parado. Vi ele se aproximar, colocando suas mãos no meu rosto, acariciando minhas bochechas.

— Sei que parece muito cedo, mas só quero que tu me dê uma resposta. Você não sabe o quanto eu tava ansioso pra isso, do quanto eu queria seus lábios nos meus, do quanto eu queria minhas mãos percorrendo seu corpo, sentindo cada centímetro da sua pele. Não sabe o quanto eu faria pra ter você do meu lado. Eu faço o que for preciso, Ana, mas por favor, só me responda.

— É claro que eu aceito. Depois de tudo que passamos, acho que nós merecemos tudo isso. Vamos pensar apenas em nós dois e no nosso amor. Então, sim, eu aceito me casar com você.

Ele colocou o anel no meu dedo, e eu fiz o mesmo com ele.

Era perceptível o olhar de felicidade dele. Senti a respiração quente dele perto do meu rosto, e, em seguida, começou com um beijo lento e... puta que pariu.

Passei meus braços ao redor do seu pescoço e apenas aproveitei o momento. Agora, o beijo se tornou mais profundo e rápido, o que dificultou nossa respiração, nos fazendo ficar ofegantes.

— Tem algo a dizer, princesa?-A voz dele saiu rouca, carregada de desejo, enquanto seus olhos me devoravam. O olhar quente e penetrante parecia atravessar minha alma, me deixando sem saída. Era intenso, profundo, como se ele quisesse me ler por dentro, descobrir cada pensamento meu sem que eu precisasse dizer nada.

Ele deslizou os dedos pelo meu rosto, descendo devagar até meu queixo, forçando-me a encará-lo ainda mais de perto. A respiração quente dele batia contra meus lábios, provocando, sem pressa.

— Tá calada por quê? — ele murmurou, umedecendo os lábios, os olhos presos nos meus. — Sei que tem alguma coisa passando nessa sua cabecinha...

Eu engoli seco, sem saber o que dizer. Minhas palavras pareciam pequenas diante daquela intensidade. Mas eu sabia que ele queria mais do que palavras.

- me fode Vinicius- ele sorriu de canto, me empurrou com brutalidade na cama prendendo minhas mão acima da cabeça, senti as mãos dele tirando meu vestido e o jogando num canto do quarto, em seguida fez o mesmo com meu sutiã, senti seus beijos percorrendo o meu pescoço até os meus seios com desejo e velocidade, meu corpo ardia a cada beijo que ele dava, os gemidos escapavam de meus lábios sem controle algum.

Automaticamente arranjei suas costas, cravando minhas unhas com força, fazendo Vinicius grunir de dor e morder mais ainda meus seios, as lágrimas ameaçavam escapar de meus olhos, eu podia sentir a dor e o prazer aumentando a cada mordida que ele dava, ele desceu os beijos pelo meu abdômen deixando uma trilha de chupões pelo meu corpo, o mesmo parou perto da minha calcinha, me olhou por um momento como se pedisse permissão para tira-la, assenti em silêncio, senti sua respiração quente perto da minha intimidade, logo senti sua língua pincelando a minha entrada e dando beijos suaves, minha respiração estava completamente descompassada e minha mente um pouco nublada pra raciocinar algo naquele momento.

Oque eu conseguir ouvir mesmo sendo o mais inaudível possível, ouvi ele tirando um pacote de camisinha do bolso, apenas o observei, ele tirou a bermuda junto com a box que usava, ele começou a abrir o preservativo, o impedi, tomei o comando e subi em cima dele.

-O que deu em tu em?

-vou retribuir pela última vez, e se contestar pode ir esquecendo essa foda.

- fica a vontade linda- ele deu aquele sorriso de canto que é de fuder qualquer uma.

Fiquei um pouco abaixo dele e segurei seu pênis, aproximei meu rosto enquanto o olhava, parecia que a respiração dele estava completamente descontrolada, aproximei meus lábios e comecei beijando e lambendo sua glande, eu podia ouvir suas respiração ofegante  e observei seu pré-gozo saindo, logo comecei a colocar seu pênis na minha boca fazendo movimentos rápidos de vai e vem, eu podia sentir as veias pulsarem dentro da minha boca, ele agarrou meus cabelos com firmeza me auxiliando com os movimentos,em alguns minutos ele começou a almentar o ritmo, evitei ao máximo não engasgar enquanto o ouvia soltar baixos gemidos, podia sentir seu pênis cada vez mais duro, fiz oque eu mais sabia fazer de melhor; garganta profunda.

-porra Ana clara!- senti sua mão agarrando meu cabelo com força, e algo começou a descer sobre minha garganta, tentei engolir o máximo que eu pude.

-filha da puta do caralho- ele sussurrou me puxando pelos braços,me fazendo sentar em seu colo, segurando minha cintura com força, provavelmente ficaria a marca.

Nem nos importamos com a camisinha, ele me deitou na cama ficando por cima de mim novamente, colocou seu pênis na minha entrada e meteu com tudo, me fazendo soltar um gemido alto.

Ele estava indo tão rápido que fazia minha vagina doer, ele apenas me olhou com aquele sadismo evidente nos olhos me deixando mais excitada do que já estava, era impossível segurar os gemidos enquanto ele me penetrava mais forte alcançando meu ponto g.

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Nem avisei né?
Perdão 🙈

GALERAA AVISO IMPORTANTE ⚠️⚠️

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⏰ Última atualização: Mar 29, 2025 ⏰

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