O que faz o teu alvo no abstrato?
O que tu miras que nem sabes se há?
Não tens medo de estar errado?
Achas mesmo que sempre ganharás?
Conto somente a ti, meu amigo,
que me ensinaram a desistir.
Até na escola da morte, iludido,
pus-me, otário, a tentar seguir.
Condensei, perfume em lágrimas.
Choros ardiam perfumadamente.
Perfumavam as auras,
agrediam a mente.
Mentiam as auras,
iludiam a gente.
Então amigo, desiste!...
Vive para ti, somente.
- William Philippe 19.03.15
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Victoriam
PuisiÀ poesia da morte. Fadado ao fracasso, sou um ser flagelado. Composto de poemas, pessimistas misturados.
