Tudo treme nos braços da sorte.
Convicção em nada mais há.
A minha mão, antes, forte,
hoje, escrevendo, insegura está.
Permeia e ensopa minha cama
este líquido ardente, inorgânico.
Vindo da essência mais humana
para causar demência e pânico.
Estas transformações abruptas
são, certamente, caóticas e fatais.
Não há controle sobre estas corruptas
sensações humanas desleais.
Imagem que em meus olhos incide,
soa-me como pontadas metrificadas.
Ressalto que tudo que agride
é provocado por ações pensadas.
- William Philippe 02.06.16
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Victoriam
PoesíaÀ poesia da morte. Fadado ao fracasso, sou um ser flagelado. Composto de poemas, pessimistas misturados.
