Por onde andaste ultimamente?
A ansiedade pousou sobre mim, e o vento...
soprou em meus olhos bruscamente,
quis te escrever, mas passou o tempo.
Ainda enamoro com tua pessoa,
continuamente te xingo sozinho,
é quando a alma grita e o corpo ecoa
que a desesperança, em mim, faz ninho.
Mas tu não te importas, não é?
Não sou algo que signifique.
E mesmo assim, tu ter-me-ás,
estou à procura de algo que qualifique
tua rebeldia sem fundamento,
e teu desinteresse com a vida.
Há muito tempo eu não aguento
a glória destas conquistas finitas.
Então tu recusas, insinuas, dilaceras.
E então passas por mim com outros nos braços.
Fadado. Eu estive bêbado correndo à capela.
Tu ludibrias-me, instauras um falso afago.
Mas não há tanto drama hoje,
eu estou de volta à minha Idade das Trevas.
Mas eu ainda expulso quem louve
os meus escritos que repercutirão por eras.
- William Philippe 02.11.15
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Victoriam
PoesiaÀ poesia da morte. Fadado ao fracasso, sou um ser flagelado. Composto de poemas, pessimistas misturados.
