Ana narrando:
Hoje eu vou conhecer minha mãe. Levantei logo da cama, fui para o banheiro fiz minhas higienes. Desço. tomo café e espero a Júlia acordar e desce. Despois de meia hora, Júlia acorda, toma seu café, se troca para irmos a favela.
- Pronta?. - ela fala como se estivesse ansiosa assim como eu.
- sim. Já nasci pronta, o meu nome do meio é pronta, talvez até o meu primeiro nome signifique pronta.
- ta já chega, já entendi que você está pronta.
- desculpe quando eu fico nervosa eu começo a falar sem parar.
- Olha já vou logo avisando que as favelas não são iguais ao o que agente está acostumada, são comunidades muito simples.
- ok.
Pego logo a bolsa que a minha mãe me mandou de presente. Assim quem sabe dá uma pista pra ela saber quem sou.
Nós fomos de carro até a favela. Não sei o nome, não me importo, só o que quero é encontrar a minha mãe.
***
Luiz narrando:
Saí de casa foi cedo. A mãe botou na cabeça que a filha dela vem procurar ela. Vim pra a entrada da favela, aqui mora uns amigos meus, mais não gosto muito de vir aqui. O TH ta na área. Não gosto dele. Quem é ele?. O dono da favela. Ele controla a entrada e a saída do pessoal, não deixa ninguém em paz.
Vou para a casa de um amigo meu, que fica bem na entrada da favela, quase perto da boca.
Guilherme - Iai Luiz, o que você ta fazendo aqui na entrada, você sabe que a sua mãe não gosta que você fica aqui né.
- A última coisa que ela vai ligar é pra mim Gilherme.
- porque.
- uma filha que ela teve ai, voltou, e agora ela é o dia enteiro achando que a garota vai vir aqui na favela ver ela.
- mais e se ela vir.
- se ela vir veio, não conheço, não Posso fazer nada.
Eu e o Guilherme ficamos conversando, quando escutamos um barulho do lado de fora. Era o TH tava revistando umas patricinhas que estavan querendo entrar na favela. Uma delas não me é estranho.
TH narrando:
Quem que essas patricinhas estão achando que é pra entrar na minha quebrada sem permissão, desse geito. Quem me garante que não são espiãns dos vermes.
- ai patricinha desse do carro.
- Quem é você?.
- sou o dono dessa quebrada e você, ta fazendo o que aqui, não tem medo de nada não.
- olha eu só estou ajudando uma amiga minha tá, não faz nada comigo.
Eu olho pro banco do lado e vejo outra garota.
- e quem me garante que vocês não tão aqui á comando dos vermes.
- á comando de quem?.
- não quero saber desce desse carro agora.
Elas saíram do carro e eu comecei á revista-las.
Luiz narrando:- O TH, elas são de boa, deixa elas passar.
- você conhece elas?.
- sim velho, fica tranquilo. São parentes minhas.
- então tá liberando.
Ele solta as duas e sai em sua moto e os parceiros dele.
- Quem é você?.
- relaxa me chamo Luiz. - dou a mãe pra ela.
- e como posso saber que você é de confiança. - ela fala me deixando no vácuo.
- olha se não fosse por mim vocês não teriam entrado. É pegar ou largar, ou vocês querem que eu chame o TH de novo.
- chamar quem.
- to vendo que vocês não são da qui mesmo.
- sim.
- acho melhor vocês irem embora, se não o TH vai ficar na cola de vocês.
- tudo bem.Ela e a amiga dela vão em direção ao carro.
- ei como é seu nome. - falo gritando.
Ela não fala nada, só pega sua bolsa vermelha do chão e entra dentro do carro. Não à conheço, não sei seu nome.
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A garota da bolsa vermelha.
Teen FictionAna clara é uma garota rica que mora com o pai em Buenos Aires. criada a vida toda por sua babá Violletta, e sem saber que tem uma mãe do outro lado do mundo (Brasil). Até que sua mãe resolve dar um sinal de vida mandando um presente pra ela ( Uma b...