Musica: will.i.am Feelin' Myself
— E então, quando o ataque ocorrerá? — Perguntou a vampira
enquanto aproximava por trás. Vladimir olhou por cima dos ombros, e depois voltou a olhar para frente.
Ela inclinou seu corpo e colocou suas mãos em seus ombros, massageando-os. Sua posição acabou avantajando sua bunda tapada por um curto vestido vermelho. Porém, ao mesmo tempo, seus olhos estavam focados em outro rapaz, que a fitava de longe com um olhar discreto, enquanto degustava o sangue em sua taça.
— Ocorrerá em breve. Está tudo indo bem, estamos convocando os melhores soldados. — Ele respondeu. — Diria que formamos um belo casal. — Comentou acariciando a mão dela, que pendeu o olhar sob os cabelos do ancião.
— Sim, formamos um belo casal, todos aqui se curvam aos nossos pés. Fomos feitos um para o outro Vlad, e eu só tenho olhos pra você. — Mentiu voltando a fitar o vampiro que ainda a olhava. Discretamente, ele piscou para Zayah, que sorriu de lado.

Ele a prensou contra parede, beijando-a intensamente. Suas mãos foram aos seus seios, apertando-os. Zayah gemeu, e o som de seu prazer ecoou pelo corredor vazio e escuro, solitário o suficiente para que nenhuma alma os incomodasse. Tratava-se do corredor dava acesso aos quartos daquela mansão, e como o salão estava cheio, e estava longe de amanhecer, ninguém passaria por ali.
Os beijos do rapaz desceram para seu pescoço, e seus chupões criaram marcas visíveis em sua pele pálida. Devido a isso, ela o empurrou, e ele a olhou confuso.
— Isso não, Vladimir pode ver. — Advertiu preocupada. O vampiro assentiu e logo em seguida voltou a beijá-la. Seus corpos se colaram o suficiente para que ela sentisse sua ereção, e por mais que estivessem sozinhos, não queriam correr risco algum de serem descobertos.
Então se afastaram novamente olharam para os lados, mesmo não havendo ninguém ali, decidiram, talvez sabiamente, fazer o que pretendiam entre quatro paredes.
A vampira o puxou pelo colarinho de sua blusa e o levou para seu quarto, onde cautelosamente fecha a porta. O vampiro a empurrou, lançando-a na cama, e logo subiu em cima de si reiniciando os beijos calorosos. Logo ele começou a tirar a camisa, e ela sorriu apreciando a cena. Ele também sorriu, e voltou deu continuidade ao que havia interrompido, beijando seu pescoço enquanto sua apertava suas grossas pernas.
Suas mãos, das unhas pintadas em cor prata, tão intenso quanto o próprio metal, alisavam o cabelo do nobre, e mesmo olhando para o teto, não percebeu, ou não deu importância, para a luz que piscou rapidamente, estava tomada pelo prazer.
Eles começaram a se despir e já nus, começaram um sexo caloroso e agitado, que fez a cabeceira da cama bater continuamente contra a parede. Sendo penetrada por seu amante, ela gemia baixo. Eles já estavam juntos fazia um tempo, e pensavam estar enganando o ancião. Só se esqueceram que ele têm séculos de anos nas costas.
Ele estava quase chegando ao ápice, e ela também, uma das coisas que ela mais gostava nele era o fato de ele ser bom de cama. Mas ambos não chegaram, pois o nobre sentiu algo entrar em suas costas e puxar seu coração. Ele parando as estocadas, fez Zayah encará-lo e ver seus olhos perderem o brilho. O corpo inerte rolou para o lado, e assim ela pôde ver Vladimir olhando-a com um sorriso perverso, segurando o coração do nobre em sua mão.
As lágrimas não foram seguradas por ela, caíram como caem de uma criança frustrada. Ele por sua vez esboçou nenhuma empatia, apenas jogou o coração em cima da cama, aos pés dela.
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Anjos do Anoitecer
VampirosEm um mundo cuja a existência de vampiros é tolamente tida como lenda, dois jovens descobrem logo cedo de que não se deve enxergar esses seres como mitos. Um programa criado pelos vampiros, consistia em levar crianças órfãs para serem doadoras de sa...
