Quer se imaginar no mundos dos heróis? Entrar na história e curtir o máximo dela?
Embarque nessa aventura junto comigo e com todos os leitores apaixonados por esse mundo mágico.
Essa obra é fruto de minha imaginação, qualquer semelhança com a real...
Você sabe que ele só está ligando porque está bêbado e sozinho
Dois: Não o deixe entrar
Você vai ter que expulsá-lo novamente
Três: Não seja amiga dele
Você sabe que acordará na cama dele pela manhã.
~ New Rules, Dua Lipa
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Frank Castle
Arrepender-se dos próprios erros não é para qualquer um. Digo isso por experiência própria, já que, inúmeras vezes, desejei poder trocar de lugar com minha família e pedir que quem tivesse morrido fosse eu, e não eles.
Frank Castle era como um fantasma — um que, por mais que eu tentasse afastar, sempre voltava quando eu deitava a cabeça no travesseiro. Os sonhos eram mais frequentes do que se podia imaginar, e nunca mudavam. Sempre a mesma cena. Maria me acordava com beijos e abraços, dizendo que eu havia dormido demais. Em seguida, ela se levantava... e então um homem surgia por trás e atirava em sua cabeça. Depois disso, eu despertava, sem nunca conseguir me lembrar do que vinha a seguir.
Tentei ter uma vida normal. Tentei me estabelecer em algum lugar, mas sem criar vínculos. Eu sabia que, quanto mais me apegasse a um espaço ou a alguém, mais perigo essas pessoas correriam. Então eu me mudava constantemente, apagando minha identidade anterior do mapa, como se nunca tivesse existido. Isso se arrastou por anos, até que acabei em um bairro simples e silencioso — o lugar ideal para alguém que precisava se esconder. Foi ali que eu a conheci.
Seu Nome Matters. Uma mulher de aproximadamente vinte e cinco anos, sozinha no mundo, assim como eu. Ela espalhava alegria por onde passava. Sempre sorridente, sempre leve. Seu Nome tentou se aproximar de mim diversas vezes, mas, como um tolo, eu não permiti. Era visível em seu olhar que não havia segundas intenções — apenas gentileza. E meu espírito obscuro jamais se sentiu digno de algo tão puro quanto a presença daquela garota.
Agora, porém, sinto falta de cada uma de suas tentativas.
Por muitas vezes, ela conseguiu arrancar de mim sorrisos — algo que eu não fazia desde a morte da minha família. E me sinto um completo idiota por tê-la colocado em perigo. Ainda assim, ela é a única pessoa em quem posso confiar.
Eles me encontraram. E agora estão atrás de mim. Querem me matar.
Bati em sua porta diversas vezes, usando uma das mãos para tentar estancar o sangue que escorria do ferimento. Ouvi um murmúrio do outro lado, mas continuei batendo. A porta se abriu, revelando seu rosto sonolento — e, ao me ver, seus olhos se arregalaram em puro choque.