Capitulo 4

2.1K 184 18
                                        

   LUCAS.

Desde quando pus meus olhos em uma certa mulata, minha cabeça vem insistindo em traze-la para atormentar os meus sonhos. Acordo quase todo dia assim, de pau duro, teve vezes que até gozar dormindo acontecer.

E como são  esses sonhos?

  O de hoje foi assim:

  Eu estava na minha sala, Bárbara entra e tranca a porta.

— Acho que temos que resolver um problema Senhor. — sua voz sedutora me faz salivar, meus olhos estão presos em seus movimentos. Ela caminha até  mim como uma boa felina que é. Gira minha cadeira para ter o aceso livre ao meu corpo.

— E qual séria  esse problema senhorita? — pergunto e nesse exato momento minha mulata coloca o pé sobre a minha masculinidade me fazendo tremer de medo. Sim medo!  Você  tem noção de quando aqueles saltos perigosamente finos podem ser matadores?

— O nosso problema chefe está no fato de eu está  sem calcinha e louca para ter você!  — lambo meus lábios e subo minha mão da sua panturrilha até sua intimidade realmente exposta.

— Isso não pode ficar assim Bárbara. — coloco um dedo dentro dela sentindo todo o seu calor. Ela geme e joga a cabeça  para trás.

— E como vai ficar Lucas? — ouvir meu nome sair dos seus lábios  de um modo tão sexy me faz levantar rápido e colocá-la aberta sobre a minha mesa derrubando tudo.

— Vai ficar quente... — lambo três dedos e coloco na sua intimidade, ela instintivamente fecha um pouco as pernas, abro de modo abrupto. — Depois, muito úmido... — desço  beijo, mordidas e chupões até  a sua entrada. — Após vai ficar muito agitado... — tomo em meus lábios  do seu sabor, ouvindo seus gemidos de prazer, suas mãos apertando os meus cabelos.

— Lucas...  Mais... — ela implora ensandecida. Levanto começo  a abri a minha calça.

— Depois cara Bárbara, vai ficar potente, com contatos firmes e rápidos até  o final. — ela saliva ao ver o meu quão pronto para ela estou. Beijo seus lábios  de ébano e logo estou dentro do meu paraíso.

  Entro e saio, mudamos de posição por diversas vezes, chegamos ao céu tantas vezes que não  tem como saber.

— O maior problema dos sonhos é  que eles são  só  sonhos.  — estou ainda de baixo do chuveiro, com uma ereção dolorosa. — É minha Nega não  seria nada mal se você  estivesse agora aqui! — desço  minha mão  ao “Júnior” e vou fazendo o que costumo fazer nesses últimos tempos com muita frequência. Me masturbar pensando na Negra mais lida do mundo. Os sonhos voltam a minha mente a rapidez nos momentos. Sua cor, seu cheiro,  sua voz tudo me leva a despejar meu líquido no chão  do banheiro.

— Há mulata um dia vou ter você  só  para mim. — suspiro cansando mais nunca satisfeito. — Você  vai ser minha Bárbara;  você  vai ver! — pego a vassoura e lavo o piso do banheiro.

[…]

Quando chego a minha empresa, marchando tão imponente como um homem de verdade deveria ser, até  esqueço que mais uma vez bati uma pensando nela. Antes que perguntem,  eu também  tenho uma empresa, porem a minha segue o ramo de games. Algo mais parecido comigo, tenho alguns sócios, porem o negócio é  bem lucrativo, tenho uma sede com prédio fixo, meu pai nunca na vida sonha sobre isso. O modo como comecei a minha empresa não  foi de todo modo bom. Roubei meu pai, me metia em rachas para ganhar muito dinheiro e em disputas de games clandestinas. Acabei conhecendo muita gente boa nesse submundo, porem agora estou dedicado a devolver cada centavo aos cofres da empresa do meu pai e a ajudar pequenos gamers a ter um futuro. Passo pela minha secretária, dou o bom e velho bom dia com um beijo na testa. Claudia era uma das antigas secretarias do meu pai, ela até  que aguentou bastante tempo com ele, ela é uma senhora de 50 e poucos anos, bem charmosa, fofinha, olhos verdes, cabelo preto,  boca fina, sorriso fácil  e pele clara. Ela é  a única que pode dizer o que quiser comigo e eu deixo.

O Chefe é meu pai? Histórias para pegar e não largar. Descubra agora