Beatriz.
Vejo Barbara desfilando com o marido e o Lucas a seguindo com os olhos. E isso está me irritando.
— Se quiser ir atrás dela não vou empatar! — digo me afastando dele, caminho para o bar. — Whisky puro por favor. — peço ao garçom sentando na banqueta.
— Você e a Barbara são parentes? — olho para o lado e vejo o mesmo rapaz que estava com a Barbara quando chegamos.
— Não, por quê?
— Vocês são muito parecidas, desculpe se a ofendi.
— Pois é né!
— Seu whisky moça. — pego o copo e viro todo o conteúdo de uma vez.
— Gostei de você. É das minhas.
— Eu não posso dizer o mesmo. — respondo chamando o garçom novamente.
— Tudo isso só por que te perguntei se você e a Barbara são parentes?
— Sim!
— Eita... Pelo o que vejo você não gosta da sua cunhada.
— O não gostar chega até a ser um elogio.
— Posso esperar por uma briga de mulheres hoje ou está tudo sobre controle?
— Tudo é possível. — respondo e o garçom volta a me servir, bebo novamente tudo em um gole só. Viro para olhar o jardim com as pessoas conversando.
— Por que vocês se odeiam?
— Para dizer a verdade é só o meu ciúme gritando.
— Para a sua infelicidade você escolheu o pior homem para de relacionar.
— Sei disso. — Lucas vem em minha direção com a cara fechada.
— Eu já vou antes que seu noivo me mate. — sorri com o comentário e continuo olhando nos olhos do meu noivo.
— Eu não quero brigar.
— Eu também não.
— Sério!?
— Você está provocando Lucas.
— Tá bom.
— Senhoras e senhores o Jantar está servido. — escutamos um homem falando e logo seguimos para onde a messa estava posta. Ficava próximo a piscina. Depois de todos sentados na mesa gigante em forma de U que foi criada no jardim.
O Jantar correu como esperado, mais próximo ao fim Lucas cochicha ao meu ouvido.
— Vamos embora?
— Claro! — estava tão exausta que só percebi o quanto eu desejava sair daqui agora.
— Mil desculpa a todos mas já temos que ir. — Lucas se manifesta. Conseguindo a atenção se todos.
— Ainda está cedo filho!?
— Está não pai, ainda mas por que eu e Bea ainda temos muito o que fazer, estamos correndo para ajeitar tudo antes de nós mudarmos.
— Vai abandonar o seu abatedouro? — provoca. Sorrindo torto.
— Sim, ele não tem mais utilidade. — fiquei muito orgulhosa e excitada com a resposta dele.
— Nem acredito que vivi para ouvir e vê Lucas dizendo algo do tipo.
— Fique feliz, seu primo é um novo homem. — comento e Phyllype ergue o copo em concordância. Olho para Barbara e ela nem ao menos estava prestando atenção para o que acontecia a sua volta. Estava com entretida com alguma conversa com a filha postiça que até parecia um ser humano.
VOCÊ ESTÁ LENDO
O Chefe é meu pai?
ChickLitA história está em andamento ( lento mais andandokk) A 25 anos atrás Mário viveu o grande amor da sua vida, mais depois de uma briga a mulher dos seus sonhos sumiu, até hoje ele vive lembrando dela e remoendo esse amor interrompido. Bárbara perdeu...
