Capítulo 35

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Beatriz.

  Vejo Barbara desfilando com o marido e o Lucas a seguindo com os olhos. E isso está me irritando.

— Se quiser ir atrás dela não vou empatar! — digo me afastando dele, caminho para o bar. — Whisky puro por favor. — peço ao garçom sentando na banqueta.

— Você e a Barbara são parentes? — olho para o lado e vejo o mesmo rapaz que estava com a Barbara quando chegamos.

— Não, por quê?

— Vocês são muito parecidas, desculpe se a ofendi.

— Pois é né!

— Seu whisky moça. — pego o copo e viro todo o conteúdo de uma vez.

— Gostei de você. É das minhas.

— Eu não posso dizer o mesmo. — respondo chamando o garçom novamente.

— Tudo isso só por que te perguntei se você e a Barbara são parentes?

— Sim!

— Eita... Pelo o que vejo você não gosta da sua cunhada.

— O não gostar chega até a ser um elogio.

— Posso esperar por uma briga de mulheres hoje ou está tudo sobre controle?

— Tudo é possível. — respondo e o garçom volta a me servir, bebo novamente tudo em um gole só. Viro para olhar o jardim com as pessoas conversando.

— Por que vocês se odeiam?

— Para dizer a verdade é só o meu ciúme gritando.

— Para a sua infelicidade você escolheu o pior homem para de relacionar.

— Sei disso. — Lucas vem em minha direção com a cara fechada.

— Eu já vou antes que seu noivo me mate. — sorri com o comentário e continuo olhando nos olhos do meu noivo.

— Eu não quero brigar.

— Eu também não.

— Sério!?

— Você está provocando Lucas.

— Tá bom.

— Senhoras e senhores o Jantar está servido. — escutamos um homem falando e logo seguimos para onde a messa estava posta. Ficava próximo a piscina. Depois de todos sentados na mesa gigante em forma de U que foi criada no jardim.

   O Jantar correu como esperado, mais próximo ao fim Lucas cochicha ao meu ouvido.

— Vamos embora?

— Claro! — estava tão exausta que só percebi o quanto eu desejava sair daqui agora.

— Mil desculpa a todos mas já temos que ir. — Lucas se manifesta. Conseguindo a atenção se todos.

— Ainda está cedo filho!?

— Está não pai, ainda mas por que eu e Bea ainda temos muito o que fazer, estamos correndo para ajeitar tudo antes de nós mudarmos.

— Vai abandonar o seu abatedouro? — provoca. Sorrindo torto.

— Sim, ele não tem mais utilidade. — fiquei muito orgulhosa e excitada com a resposta dele.

— Nem acredito que vivi para ouvir e vê Lucas dizendo algo do tipo.

— Fique feliz, seu primo é um novo homem. — comento e Phyllype ergue o copo em concordância. Olho para Barbara e ela nem ao menos estava prestando atenção para o que acontecia a sua volta. Estava com entretida com alguma conversa com a filha postiça que até parecia um ser humano.

O Chefe é meu pai? Histórias para pegar e não largar. Descubra agora