Bárbara.
Meses depois.
— É muito ruim dormir só. — reclamo cruzando os braços Pierre gargalha.
— Mon amour, você acha que eu também não sinto sua falta na cama?
— Sente não. — continuo fazendo birra, e ele volta a rir.
— Chérie, tudo o que eu mais quero é dormir e acordar com você todos os dias nos meus braços. Porém a nossa situação estava insustentável. Eu sou homem e quero fazer amor com você e na sua casa é impossível. Você tem noção de como é ser homem e ficar e pau duro a noite toda? — nego. — Doe. Pode parecer mentira mas doe mesmo, a dor é física de tanto o sangue ficar pela região que doe. Eu não aguentava mais. E ficar na mão com você ali tão perto também era outra tortura. — desabafa. Fico em silêncio.
— O que vamos fazer?
— Como assim?
— Já estamos a meses namorando e até agora nada. Tudo bem eu sei que não é sua culpa, porém como vamos fazer para podermos ter um tempo a sós? — pergunto e ele fica pensativo.
— Vamos fazer assim. Ainda hoje eu penso em alguma coisa e te digo okay?
— Okay! — saio do carro e o espero até ele travar o carro. Entramos no elevador até o nosso andar. Depois de um selinho rápido corro para a minha sala.
— Amiga do céu... Meu boy me deixou... — João canta assim que entro.
— Some que ele vem atrás. — digo sem nenhuma paciência para brincadeira hoje.
— AFF amiga, bem que você poderia entrar na brincadeira né!?
— Não estou a fim meu amor. — sento na minha cadeira.
— O que aconteceu?
— O problema não é o que aconteceu! O problema é exatamente o inverso! — meus amigos sabem de todo o meu problema de falta de sexo com o Pierre.
— Amiga eu sei que isso tudo é gala na cabeça. — fecho a cara. — Porém amada você tem cuidar em dar para aquele Francês lindo antes que alguma vadia dê!
— E você acha que eu não quero? João pelo o amor de Deus, você melhor que ninguém sabe que eu estou louca para deitar, rolar, gemer e por aí vai. O problema é...
— Os seus avós meu amor. — aponto para ele. — Querida se você quiser eu me disponibilizo em cuidar deles para você ter uma noite com o seu homem.
— Fico grata mas não é tão simples assim.
— E qual é o problema? Diga que se eu poder resolver... Faço sem o menor problema. — vou até ele e aperto suas bochechas.
— Não se preocupe vou tentar dá um jeito antes que ele me deixe. — beijo seu rosto e volto para a minha cadeira.
Mário.
— Não consigo!
— Por que não?
— Por que toda vez que a olho vejo a mãe dela. É demais para mim! — falo atormentado.
— Compreendo você, porem você tem que começar a trabalhar sobre isso. Aos poucos você tem que se aproximar dela e tentar pelo menos conversar por que você não pode viver fugindo. — esse papo de psicanalista não me entra.
— Doutora não é que eu não queira, EU NÃO CONSIGO!!! — grito e ela levanta a mão pedindo para que eu não grite. Indica a cadeira e eu me sento.
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O Chefe é meu pai?
ChickLitA história está em andamento ( lento mais andandokk) A 25 anos atrás Mário viveu o grande amor da sua vida, mais depois de uma briga a mulher dos seus sonhos sumiu, até hoje ele vive lembrando dela e remoendo esse amor interrompido. Bárbara perdeu...
