Capítulo 23

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   Feliz ano novo. 🎉🎊🎉🎊

    Desejo a todas(os) os leitores que tenham um 2020 recheados de boas histórias, que vivam mais, saiam das redes sociais, muita saúde, paz, amor e humildade.

BÁRBARA

Em questão de segundos tudo vira uma zora. Alguns familiares tentaram impedir a prisão, sinto quando um homem segura meu braço.

— Vamos, tem uma saída pela sacristia. — o padre nós leva para fora da igreja. Quando conseguimos sair os repórteres correm, com muita dificuldade conseguimos entrar no carro e sair do local. Quando olhamos para Sophie ela estava rindo.

— Por que você está rindo filha?

— A gente é agente?

— O que?

— Igual ao 007! — Pierre me olha surpreso.

— Isso é a mente de uma criança! — ele assente e não fala nada.

[...]

    Quando chegamos ao hotel tinha outro batalhão de repórteres. Entramos pelo estacionamento direto. Mal entramos no quarto e meu celular toca.

— Oi Detetive.

— Oi Srta. Silva. Vocês chegaram ao hotel?

— Sim!

— Ótimo, vou precisar trazer vocês aqui para a delegacia para abrir queixa contra a Dona Branca.

— Tem que ser agora?

— De preferência sim! Posso mandar algumas viaturas para trazê-los em segurança.

— Okay! Vou falar com Pierre e vamos! — desligo o telefone.

— O que aconteceu?

— Precisamos ir a delegacia! Prestar queixa! — ele põe a mão na cabeça.

— Nunca mais quero por os pés aqui! — o abraço.

— Concordo plenamente.

 

[...]

     Depois de ter prestado queixa contra a avó de Sophie, voltamos para o hotel, arrumamos nossas malas, indo direto para o aeroporto pegando o primeiro vôo para Nova York. Depois de horas de vôo chegamos a nossa cidade, no saguão João nós esperava com Cynthia. Os dois correram nós abraçando. Choro sem conseguir me contar por conta de tudo o que está acontecendo. Fomos para a casa de Pierre.

— Oi? E quem é essa princesinha? — minha avó pergunta para Sophie.

— Sou Sophie, prazer em conhecer. Qual o nome da senhora? — diz toda espilicuti. Minha avó beija dos dois lados do rosto dela.

— Sou a vovó Gabi!

— Você é minha avó? — pergunta empolgada.

— Sou avó de todo mundo.

— Até do meu pai? — seu rostinho espantado me arranca um sorriso.

— Sim!!! — minha avó estende a mão para ela. — Você quer uma fatia de bolo de chocolate? — ela assente.

      [...] 

  
   Dois dias depois estávamos saindo do elevador no andar que eu trabalhava. Todos nós olharam. Eu estava de cara fechada, roupa preta, batom vermelho, óculos escuto sem bem olhar para o lado. Pierre foi comigo até minha sala.

— Oi? — os três se levantam para me abraçar. Depois do momento de carinho comecei a juntar as minhas coisas.

— Você vai mesmo nos abandonar? — João pergunta fazendo bico.

O Chefe é meu pai? Histórias para pegar e não largar. Descubra agora