Capítulo 36

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Lucas

-Eu também amo você! - quando ela disse isso o mundo parou e logo explodiu. Primeiro eu não acreditava no que ouvia e segundo nosso maior empecilio ainda continuava ali.

- Barbara cuidado com o que você fala! - consegui falar apesar de tremer que nem vara verde.

- Eu. amo. você. - a vejo respirar aliviada. - Por mais que eu não possa te ter por ser meu meio irmão, ou pelo fato de eu ser casada dizer isso em voz alta e para você saber foi libertador. Eu não sabia por que eu sempre te ataquei, por que eu sempre pensei o pior de você, mas na verdade o problema não era você. Sou eu, é o que eu sinto por você que me deixou confusa... Eu te amo. Você já sabe, eu assumi isso para mim e para você. E eu não sei como agir da qui por diante.

- Mas eu sei! - tomado pelo o impulso a colei em meu corpo, prensando-a contra a porta, tomei seus lábios com a fúria que emanava do fundo do meu ser. Suas mãos foram parar nos meus cabelos puxandu-os virando o meu golpe contra mim, eu estava totalmente entregue ao seu toque, aos seus lábios, por sentir seu corpo colado ao meu. Eu queria tirar a sua roupa e fazê-la minha alí mesmo porém ela me afasta devagar, sem pressa e aparentemente com muito pesar por ter que fazer tal coisas.

- Não podemos! - diz já com lágrimas nos olhos e aquele me fez afastar dela, meu coração partira em mil pedaços.

- Me diz o que vamos fazer? Vamos ficar nos punindo por nós amarmos? - pergunto irritado, porém com o tom bem baixo só para ela ouvir.

- Infelizmente sim. Não podemos, querendo ou não somos meio irmãos, temos que acabar logo com esse...

- Esse o que? Me diz! - insisto irritado.

- Eu não sei qual o nome dar! Mas sei que não vamos continuar com isso. - ela vira abre a aporta e antes que ela possa sai continuo.

- O que sentimos veio antes de sabermos quem somos, ou melhor que e o sangue nos uni da maneira mais cruel que se pode unir duas pessoas que se amam como amantes. - respiro fundo procurando palavras até que uma pergunta se forma em minha mente, mesmo com todo o receio de explo-lá assim o fiz. - Se não fossemos irmãos você teria ficado comigo? - a vejo parar e olhar para o teto, se dando por vencida e ainda de costas para mim ela responde.

- Sim! - dito isso ela sai, me deixando para trás com um misto de felicidade e angústia que nunca havia sentido na vida. A felicidade de saber que ela me amava era imediatamente aterrada pela avalanche que era a verdade de sermos irmãos. Como uma criança sento no chão, abraço meus joelhos escondendo meu rosto da vergonha que eu tinha nesse momento. Resolvi dá um tempo e subir para o meu quarto também. Ao chegar e olhar para Bea dormindo me fez ficar enojado com as minhas atitudes recentes. Uma noite sem dormir foi o que aconteceu.

Barbara.

Voltei para o quarto e encontrei Pierre sentado na varanda.

- Para onde você foi? - perguntou sem sequer me olhar.

- Fui a cozinha, estava com cede e um pouco de fome. Comi mal no jantar então resolvi assaltar a geladeira por mais sobre mesa. - ele fica calado. Me aproximo dele. Passo minhas mãos em seus ombros e ele não se mexe.

- Você me trairia? - pelo seu tom de voz isso foi quase uma confirmação de que ele sabia o que tinha acontecido a pouco.

- Todos somos capazes de trair, só precisamos de motivos para isso. - tento explicar um ponto que no momento não existe.

- Hoje você me trairia, e qual o motivo ria usar para isso?

- Trairia só se eu amasse outra pessoa. Se não... Claro que não. - o gosto amargo de está quase confessando que o trai estava me matando.

O Chefe é meu pai? Onde histórias criam vida. Descubra agora