Capítulo 24

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Bárbara

     Depois de ser contido pelos seguranças, eles arrastaram Pierre para uma salinha que tinha no estacionamento, os acompanhei e fiquei muito apreensiva pelo o que poderia a vir acontecer. Vi quando a ambulância chegou assim como a viatura da polícia. Eles levaram Pierre para a delegacia, pedi para Cynthia ir comigo dirigindo o carro de Pierre. Durante o caminho não falamos nada. Ao chegar lá, fomos instruídas a sentar e esperar. Depois de mais de 3 horas uma policial veio avisar que ele estava sendo preso e que fossemos embora. Nesse meio tempo consegui falar com o advogado da empresa, pois era o único que eu conhecia. Ele prontamente veio ao nosso socorro. Já passava dá uma da manhã quando ele conseguiu estipular um valor para a fiança e pagarmos. Ao sair Pierre me olhou bem. Por um momento pensei que ele iria dizer alguma coisa, até ele vir até mim e me beijar. Passei os braços por seu pescoço o trazendo mais para mim.

— Eu te amo! Me perdoa

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— Eu te amo! Me perdoa. — ele respira forte e encosta sua testa na minha.

— Eu também te amo. Sei que está acontecendo muita coisa entre nós e realmente estamos sobre carregados. — seu tom era derrotado.

— Você me perdoa?

— Perdoou.  — volto a beija-lo.

— Bom... Meu serviço já acabou! Até mais. — diz vindo nos cumprimentar.

— Temos que saber quanto custou o seu trabalho?

— Não foi nada! — bate no ombro de Pierre e sai.

— Isso não está certo! — comento.

— Não vamos nos preocupar com isso hoje. — assinto e vamos para o estacionamento. Assim que chegamos encontramos dona Cynthia aos beijos com o policial.

— Deveria ter ficado preso pelo resto da noite né Cynthia. — Pierre fala e ela solta o homem.

— Amigo como está? — ela até pensou em se aproximar, porém Pierre levantou a mão e ela ficou paradinha no lugar. O policial saiu rapidinho do local e ela entrou no carro.

   Pierre dirigiu até o restaurante mais próximo. Pediu comida e fomos deixar Cynthia. Durante o caminho cada um comia a sua comida calado. Depois de deixá-la. Fomos para casa. Minha avó está acordada com Sophie deitada em uma rede sendo balança ao som de Alcione.

— Você me vira a cabeça... Me tira do sério... — minha avó logo nos vê quando escuta a minha voz cantando.

— Graças a Deus meu filho. — diz colocando Sophie para fora da rede. Pierre vai até ela, a abraça.

— Desculpa!

  

      1 ANO DEPOIS.

— Vamos tomar um sorvete? — proponho assim que a seguro nós braços.

— Sim Mãe Bá! — diz feliz. A ponho no chão, tomando-a pela mão.

O Chefe é meu pai? Histórias para pegar e não largar. Descubra agora