Encarei Luca de forma que ele notasse a confusão no meu olhar, ele segurou as minhas mãos com calma e me guiou até a cama.
– Eu estou querendo evitar que algo de ruim aconteça com você – ele se senta, e me coloca sentada em seu colo e dessa forma eu me sinto uma criança – Eu quero te manter segura, assim como minha mãe e minha irmã!
– Eu quero poder resolver as coisas, Luca. Eu não quero viver presa, eu não quero ter que viver dentro de quatro paredes, eu quero viver.
– Eu sei, princesa! Mas eu estou tentando te explicar que a situação não está das mais favoráveis no momento. Tem inimigo nos rondando e...– em um estalo minha mente se lembra de Gabriela – o que foi?
– Me bateu uma tontura...– finjo levando a mão até a cabeça.
– Maya, você está bem? – nego, e fecho os olhos – Vou chamar minha mãe.
Ele me coloca deitada sobre a cama, e sai rapidamente do quarto. Eu solto o ar, numa tentativa de me acalmar. Eu estava sendo dramática?
Eu vivia em paz, eu não mexia com ninguém e ninguém mexia comigo. Eu não corria risco de morte. Eu não tinha inimigos. Minha amiga não se apaixonou por um inimigo e não corre risco de ser morta pela própria família.
Baguan Kelie.
Onde foi que eu me meti?
A realidade é essa, eu não os conheço.
– Maya – Alessandra me chama, e eu a encaro.
Em suas mãos havia um copo com algo dentro. Será que é um veneno?
– Beba querida, isso é estresse! – ela diz, e coloca bandeja no canto da cama – Descanse, se não melhorar me avise que te levarei ao hospital.
– O médico virá até aqui! Maya não vai sair!
Alessandra encara Luca de uma forma muito séria, e eu apenas suspiro e agradeço Alessandra com um sussurro. Eu não estava passando mal, mas talvez estivesse começando.
Eu me sento na cama, e pego a xícara.
Passo a xícara por baixo do meu nariz, e sinto o cheiro do chai. Isso me faz sorrir.
– Eu pedi que elas fizessem! – diz Luca me encarando – Talvez esteja sentindo falta de casa.
– Eu estou! – sussurro, e tomo um gole.
Não era tão bom quanto o nosso, o sabor não era o mesmo. Mas no fundo, tinha um gosto de casa.
Meu corpo se aquecia.
– Ficou bom? – pergunta preocupado.
– Ó, sim! Está ótimo! – digo, e tomo mais um gole.
Luca se senta ao meu lado, e sua mão se apoia sobre a minha coxa. Automaticamente eu mordo meu lábio inferior.
– Quer terminar de me contar? – pergunto.
– Só quero que entenda, que no momento, eu não quero que algo ruim aconteça a você. Tudo bem? – afirmo.
Bipolar.
Termino de beber meu chai em silêncio. Luca coloca a bandeja no criado mudo que havia ali e lentamente começou a se despir. Eu viajava no seu corpo.
Ele ficou apenas de cueca quando se aproximou de mim e retirou o meu vestido.
– Vamos descansar! – sussurra, e eu apenas concordo.
Me deitei com Luca ao meu lado, seus braços me envolveram possessivamente. Puxei o cobertor e nos cobri.
O calor do corpo de Luca parecia me aquecer internamente. Era perfeito.
Fechei meus olhos, e suspirei lentamente.
Não precisou de muito, algo me acalmava de uma forma estranha. E por fim, eu tive uma das minhas melhores noites de sono do mundo.
Na manhã seguinte, acordei sentindo uma onde de calor. Beijos molhados no meu pescoço sem perder tempo traz seu lábios até os meus.
Subindo em cima de mim, ele vai suavemente passando as mãos pela lateral do meu corpo. Sou só sensações. É incrível como o toque dele pode me atingir. Ele beija meu pescoço e passa a ponta de sua língua na minha pele.
– Você está tão cheirosa. Seu gosto é tão bom...
Ele morde de leve o meu queixo e captura minha boca com a sua e me beija com intensidade, pressionando seu corpo pesado e gostoso contra o meu. Consigo sentir sua ereção e inclino meu quadril em encontro à ela. Ele ofega em meus lábios. De repente, estamos sentados, um de frente para o outro. Ele encara meus seios cobertos pelo sutiã vermelho.
– Você fica linda nessa cor. Mas amo mais ainda quando você está sem ela! – dando aquele sorriso safado que eu amo, ele tira o meu sutiã e escorrega a peça suavemente pelo o meu corpo. Seus olhos demoram em meus seios e ele morde os lábios. Inclino meu peito e logo sua boca está em meus mamilos. Brincando com cada um deles, estimulando-os e eu gemo ao sentir o que sua boca faz comigo. Ele continua beijando, mordendo, chupando meus seios e cravo minhas unhas em suas costas, indo à loucura com o toque de seus lábios. Sussurro seu nome em meio a espasmos. Chego ao orgasmo sem ele ao menos ter tirado toda a minha roupa. Como pode isso?
– Você é incrível! – digo meio bamba enquanto ele me puxa para o seu colo.
– E você é uma delícia! – ele me beija suavemente.
O empurro contra o colchão e subo em seu colo, beijando seu peito, passando minhas unhas na lateral de seu corpo. Chego ao seu quadril maravilhoso e começo a tirar sua calça. Ele sorri já percebendo o que quero fazer e me ajuda me livrar da peça.
– Minha parte favorita! – digo com malícia, olhando em seus olhos e começo a estimular o seu membro já duro e latejante em minha mãos.
Olhando em seus olhos, vou passando a língua pela cabeça de seu membro e o introduzindo lentamente em minha boca. Começo a chupá-lo com vontade, colocando todo ele em minha boca, tocando-o com a ponta da minha língua. Ouço com satisfação os seus gemidos.
– Você vai me deixar louco! – ele diz ofegante, segurando meu cabelo.
Sorrio para ele e volto a enfiar o seu membro em minha boca, chupando com vontade do jeito que eu gosto, e ele também!
– Não consigo segurar mais, vou gozar. – ele tenta fazer com que eu pare, mas eu não deixo.
Quero que ele se entregue em minha boca, quero sentir seu gosto delicioso nos meus lábios. Chupo-o com mais vontade e ele goza, goza MUITO. Sinto o seu jato quente em minha garganta e engulo tudo com vontade. Ele desmorona na cama e subo novamente em seu colo, sorrindo para ele.
– Você é uma demônia, sabia? – ele me dá um tapa bem forte na bunda, me puxa junto ao seus lábios e me beija com desejo e paixão consumindo minha boca, me fazendo sentir sua língua.
Somos só um emaranhado de corpo, lábios e línguas em meio a gemidos e respirações ofegantes.
– Meu lugar favorito do mundo é dentro de você. – Dito isso, ele me penetra e começa se mover.
Me movo junto com ele, sentindo seu membro entrando e saindo calmamente de dentro de mim. A sensação é incrível. Cada pedacinho de seu membro grande e grosso me penetrando. Cravo minhas unhas em suas costas, beijo seus ombros, gemo em seus lábios. Ele geme em meu ouvido e é inebriante ouvi-lo me possuindo.
Ele aumenta o ritmo e eu adoro quando ele me pega assim, com força. Ganho um outro tapa na bunda e não consigo me controlar. Grito e gozo, de verdade. E isso só faz com que ele sinta ainda mais tesão e me coma com ainda mais força. O tanto que estou excitada não me deixa nem pensar direito. Só gemo, gemo e gemo. E sinto suas bolas batendo nas minha coxas. Posso dizer que é o meu som favorito da vida. Seu membro está latejando dentro de mim e sei que ele vai gozar. Ele olha um momento em meus olhos e grita meu nome, se entregando. Ele, literalmente, cai em cima de mim e tudo que consigo ouvir no momento é sua respiração ofegante no meu ouvido e meu corpo dizendo que, daqui a pouco, com certeza vou querer mais.
Mas isso não pode continuar acontecendo dessa forma. Eu preciso manter minha postura.
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PROMETIDA AO MAFIOSO
RomanceSINOPSE: Maya Ebrahim, nascida e criada rigorosamente dentro da cultura indiana, e muita das vezes "burlava" a regra por ser contra os antigos costumes. Sua família era uma família de posse, uma família rica, e conhecida na região. O Sheik Bassan a...
