"Eu havia imaginado aquele momento diversas vezes, tantas que eu mal pude contar depois que todos os dedos dos pés e das mãos já haviam marcado o número necessário e provavelmente o número aceitável para alguém sonhar com o homem que já fora tudo pa...
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Com as minhas pernas entrelaçadas com as do Ian, estávamos deitados na minha cama, aproveitando a liberdade que tínhamos enquanto meu pai estava no trabalho.
- Se tivéssemos um filho... como você iria querer chamá-lo? - Sua pergunta me pegou de surpresa, não imaginava que Ian pensasse em uma vida inteira comigo. Não como eu pensava.
- Hm... isso depende. Menino ou menina?
- Que tal os dois? - ele riu, passando a mão pelos meus cabelos.
Sorri, ele pensava em uma vida comigo. E eu estava feliz por isso, porque queria o mesmo.
- Emma. Ou Ryan. Gosto dos dois. E você?
- Gosto do que você gostar - ele disse, conseguia ouvir o riso em sua voz. - Quero ter uma menina. Imagina, uma menina como você? Com seus cabelos, seus olhos. Uma mine você.
Sorri.
- Acha que ela daria trabalho? - pergunto, imaginando a cena de uma mistura minha e de Ian.
- Não - ele respondeu prontamente. - Ela ia ficar presa em casa até os 30. Não tem como dar trabalho assim.
Ri alto com a ideia de Ian e me levantei um pouco para encara-lo.
- Está dizendo que iria ser um pai ciumento, Sr. Wright?
- Não. Cuidadoso, apenas. Só quero proteger minha filha desses urubus - ele respondeu, sério.
- Já parou para pensar que você pode ser considerado um desses urubus?
- Mas é diferente. Não sei como, mas é. Só sei que ninguém vai tocar na Emma, e pretendo dar a ela muitos irmãos para que eles pensem o mesmo que eu.
Ouvi-lo dizer desta forma me fez imaginar que Ian realmente falava sério. Sem rodeios, desculpas ou problemas, Ian realmente queria isso. Assim como eu.
- Estou com pena da nossa futura filha - voltei a me deitar em seu peito e fui bem recebida, sendo abraçada e levando um beijo no topo da cabeça.
Ian sorriu.
- Ela vai ficar bem. Vou amá-la o tanto que amo você.
Sorri com a declaração de Ian.
E desejei, do fundo do coração, que aquele momento não terminasse munca.