Bucky Barnes e Steve Rogers 9.2

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Um barulho rouco e alto fez a pequena menina acordar rapidamente, Sn ergueu sua cabeça, vendo os dois homens que a haviam resgatado dormindo pesadamente, com suas bocas entre-abertas, fazendo aquele barulho rouco que a acordou.

A menina olhou os dois homens por algum tempo, rindo silenciosamente quando um deles fazia aquele barulho estranho. Sn sentia a mão de Bucky sobre suas costas, como se quisesse manter ela ali, mas estava entendiante apenas olhar os dois, e apesar daquele barulho ser engraçado, depois de alguns minutos, ele achou perdendo a graça.

Sn delicadamente e lentamente saiu do colo de Bucky, que continuou a dormir, se aconchegando mais contra o loiro, que respondeu abraçando mais o corpo do esposo, continuando a dormir.

A pequena se levantou do sofá, andando pelo apartamento dos dois homens, curiosa sobre o lugar onde estava.

Apesar de ainda ter medo daqueles homens voltarem e a machucarem de novo, ela sentia que poderia confiar naqueles dois homens dormindo no sofá, e algo dizia que ela estava segura ali.

Sn andou por todo o apartamento, observando tudo ao seu redor. Ela nunca havia saído daquela base, nunca havia visto sequer o céu, então, dizer que ela estava fascinada pelo lugar era um eufemismo.

Haviam tantas coisas que ela não fazia ideia o que eram. Mas o que mais havia fascinado a menina, eram os travesseiros. Como uma coisa poderia ser tão macia? Ela apertava e abraçava os travesseiros dos supersoldados, fascinada com a maciez, adorando como eles sempre voltavam a forma de retângulo, não importando quanto ela amassava.

Ela decidiu continuar a explorar o lugar, não deixando de levar um travesseiro em seus braços, mesmo que o travesseiro tivesse quando seu tamanho ela não queria deixa-lo, apertando ele contra seu corpo, continuando a explorar o lugar.

Sua grande exploração acabou deixando ela frente a frente com a porta, ela se lembrava o que acontecia toda vez que ela sequer chegava perto da porta de metal do lugar onde mantiam ela, aqueles homens maus sempre entravam e batiam nela. Mas como Stevie disse que ninguém mais iria machucar ela, Sn tomou coragem e chegou perto da porta, esticando sua mão pra tentar alcançar a maçaneta, mas não importava quanto ela ficava na ponta dos pés, sua mão não alcançava a maçaneta.

Ela bufou dando um passo pra trás, apertando o travesseiro em seu corpo, ela sabia uma forma de abrir a porta, mas toda vez que ela fazia aquilo, aqueles homens maus lhe machucavam mais ainda.

Mas de novo, Stevie e Bucky falaram que ninguém iria a machucar novamente. E apesar do receio, Sn apertou o travesseiro em um de seus braços, antes de erguer sua mão em direção a porta, girando a maçaneta com a mente, fazendo a porta se abrir.

Sn esperou alguns segundos, esperando o que iria acontecer, talvez esperando que aqueles homens a machucassem de novo, ou esperando aquele gás verde que fazia seus olhos arderem, que fazia ficar difícil respirar, mas nada. Apenas aquele mesmo barulho rouco saindo da boca aberta dos dois homens.

A menina saiu do apartamento, encontrando um corredor cheio de portas, todas fechadas. Sn apertou o travesseiro em seu corpo, começando a andar pelo corredor, não sabendo onde iria dar, mas determinada a explorar o novo lugar.

Depois de andar alguns metros pelo corredor, ela chegou num lugar grande, com mais um daqueles móveis que os dois homens estavam dormindo, Bucky havia dito que aquilo era chamado de "sofá", mas aquele era grande, bem maior que o outro. Havia também uma mesa com pernas pequenas na frente dele, e o que parecia ser bebês travesseiros sobre o sofá, mas nenhum deles era tão macio quando o travesseiro em suas mãos.

Havia um grande retângulo preto na parede, o que deixou a menina curiosa, mas pareceu entediante, ele não fazia nada.

Ela olhou ao redor, vendo uma grande mesa como a de Stevie e Buck, mas com mais cadeiras. Havia uma cozinha grande, com diversas panelas penduradas no teto, haviam diversos armários de vidro, deixando a menina ver o que tinha dentro deles, mas tudo parecia parecido com o que os dois homens tinham.

IMAGINES ALEATÓRIOS PARTE IIHistórias para pegar e não largar. Descubra agora