Peyton nunca imaginou que a maior mentira da sua vida vinha da própria mãe. Depois de descobrir que seu pai estava vivo e morava na Coreia do Sul, ela decide deixar tudo para trás e recomeçar em um país completamente diferente.
O que era para ser um...
Saindo do banheiro com o meu cabelo já escovado e seco, colocando um roupão e indo para meu closet, faço uma simples maquiagem: passo um delineado preto, depois um rímel e por último passo um batom vermelho e um gloss que deixa meus lábios bem preenchidos.
Coloco uma calcinha preta fina de renda e coloco um vestido simples preto sem sutiã, o que destacava minhas pequenas curvas.
Coloco alguns acessórios. Me olhando no espelho por alguns breves segundos, vou em direção aos meus sapatos e coloco um saltinho e já saio do quarto.
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Saindo do meu quarto, já descendo as escadas vou em direção à sala. Encontro minha madrasta já sentada no sofá aguardando as suas amigas chegarem. Assim que me viu, sorriu e já me pediu para eu me sentar ao seu lado e assim fiz.
— Você está linda, querida! Vem, sente-se aqui — falou me chamando para me sentar ao seu lado no sofá. — Daqui a pouco elas estão chegando — Sorriu.
— Obrigada, Min-young, você também está muito linda — agradeci a ela e a elogiei também. — E cadê o papai e meus irmãos? — perguntei percebendo o silêncio que estava na casa.
— Seu pai foi para a empresa resolver uns negócios e seus irmãos saíram — disse minha madrasta. — Hoje vai ser uma noite só das meninas — sorriu por fim, o que me fez sorrir também.
— Qual é a empresa que meu pai trabalha? — perguntei curiosa.
— Ele não te contou, querida? — perguntou ela e neguei com a cabeça. — Ah, mais seu pai é... — falou ela. — Bom, seu pai é dono da Gucci — falou calma.
— Dono? — perguntei em choque e ela afirmou sorrindo. — Uau, nossa, que incrível — sorri desacreditada. — A Gucci sempre foi uma das marcas que sempre amei comprar, que coincidência — sorri com tal coincidência do meu pai ser dono de uma das marcas que eu admiro.
— Agora, quando sempre você quiser algo, é só pedir pro seu pai que ele vai te dar — sorriu Min-young pegando na minha mão. — Sabe, Peyton, você é a filha menina que eu sempre quis ter — falou ela fazendo carinho nas minhas mãos. — Eu te considero uma filha — sorriu emocionada.
— Obrigada, Min-young, eu fico muito feliz por você me considerar sua filha — falei sorrindo contente. — Quando cheguei aqui, eu pensei que você iria me odiar por eu ser um fruto de uma traição do meu pai — comentei.
— Não, querida, eu não te odeio — falou ela ainda segurando minha mão. — E você não foi um fruto de uma traição. Seu pai te teve quando eu e ele tínhamos dado um tempo por causa de briga boba. Eu que não gosto da sua mãe por ter te escondido do seu pai por causa das atitudes dela e ter feito você passar vergonha por causa da sua mãe.