Meus amoresss vocês conhecem a história de Samuel e Jussara?
Quero convidar vocês para ir da uma espiadinha lá na Amazon. E depois venham aqui e me falem o que acharam.
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Capítulo doze onze
Eduardo
Chamamos um taxi táxi e encontramos Leandro, Catarine, Damaris e uma amiga delas lá, estava lotado, mesmo com vários ambientes eles não tinham conseguido uma mesa. Bebemos em pé perto do palco onde uma banda do rock tocava.
— Vamos no bar buscar mais bebidas, Du? — Pensei duas vezes em dizer não, para não deixar a Pilar sozinha pelada do jeito que estava, mas me senti um ridículo e fui. Enquanto esperávamos as bebidas não tirava os olhos dela. Nem eu, nem ninguém.
— Oie! Chegou agora? O pessoal está lá do outro lado, vem... vamos pra lá! — Um rostinho familiar se bloqueou minha visão. Toda eufórica e saltitante, avançou sobre mim com a empolgação de sempre.
— Oi, Thalita, tudo bem? Valeu, mas estou acompanhado. — Ela ainda estava com as duas mãos apoiada no meu peito. O que ela tinha de linda e gostosa faltava em noção. Ela olhou para o Leandro e sorriu:
— Traz seu amigo. — Olhou toda saliente para Leandro. — Oi amigo... prazer, sou a Thalita!
— Oi, amiga... seria um prazer querida, mas terá que ficar para uma próxima.
— Ela ficou hipnotizada olhando para Leandro, que de boca fechada era um cara bem boa pinta, mas abriu, era mais moça que qualquer mulher!
— Aí! Du... você é? Vocês são? — Riu meio sem graça. Leandro estava curtindo para caralho a confusão. — NOSSA! Nunca podia imaginar, sabe né, as coisas que a gente, você faz comigo...
— Thalita, Leandro é só meu amigo. — O filho da puta caiu na gargalhada.
— Querida, se esse boy fosse meu, já teria cortado as suas mãos fora.
— Ah, meu Deus! Que alívio...
Eu deveria tirar as mãos dela de mim, mas não queria ser ignorante nem grosso, agradeci mentalidade mentalmente quando nossas bebidas chegaram. Peguei os drinks das meninas, Leandro, o balde de cerveja.