Capítulo dezenove
Pilar
Quando realmente despertei, tentei empurrá-lo. — Sai de cima de mim...
— Me desculpa, minha provocadora, me desculpa. — Beijos eram depositados por meu rosto e pescoço, seu dedo circulava sem cessar o bico do meu seio.
— Eduarduuuu... sai... — Ele me calou forçando um beijo, enquanto seu dedo não parava de provocar meu seio, seu cheiro mesmo misturado ao álcool me deixava maravilhosamente atordoada. Eduardo se afastou um pouco tentando tirar minha blusa, e mesmo com as luzes apagadas vi que ele estava totalmente nu. Não sei como ele consegue me deixar em tamanho nível de excitação.
— Você sequer tirou a roupa para deitar... — tentou puxar minha blusa.
— Não! — O impedi, lembrando de como estava me sentindo ao me deitar com as roupas que vim da rua. Ele parou me olhando como um cachorro abandonado. — Não pense que vai chegar arrancar roupas e orgasmos de mim e vai ficar tudo bem. Não quero transar com você.
Ele se jogou em cima de mim, passando os braços por baixo das minhas costas.
— Pilar, me desculpa, por favor, você me assustou... eu, tive medo... não precisamos transar. Me deixa tirar sua roupa e te abraçar, me deixa ficar perto de você, sentir seu cheiro, sua pele. — Sua voz sussurrada ao pé do ouvido, intercalando com beijos e lambidas no pescoço, me desestabilizou totalmente. Sem dizer uma palavra deixei que me despisse, ambos ficamos totalmente nus. Ainda era noite lá fora. Olhei as horas no celular na mesinha de cabeceira 4h40. Eduardo deitou e me puxou para ele, nos posicionando de conchinha.
— Você está bêbado, como chegou aqui?
— Precisava de você.
Deitei em seu braço e o outro me enlaçou puxando para mais perto em uma conchinha apertada. E eu de você.
A ideia era dormir, mas o pau dele estava muito, muito duro apoiado entre minhas nádegas, minha boceta piscava de tesão, não sei como ele vai conseguir dormir nestas condições. Sua respiração intensa e descontrolada em meu pescoço era como se estivesse no meio das minhas pernas.
— Como você está quente, minha branca. — Ofeguei deliciada com o timbre da sua voz. Isso foi só o que ele precisava. Puxou meu quadril ainda para mais perto, só empinei a bunda e deixei que seu pau escorregasse para dentro, sem precisa ser guiado.
Gememos juntos quando ele se enterrou todo dentro de mim.
— Me desculpa, Pilar...
Nossos corpos não se separavam nem com as investidas fundas. Seus braços me prendiam forte contra seu corpo musculoso.
— Fui um ignorante.
Meus gemidos saíam do âmago; nunca fora tão bom, carregado de paixão, sua mão grande agarrou meu pescoço e mesmo sem desgrudar nossos corpos ele intensificou as investidas, rosnando como um animal no meu ouvido, deixei o orgasmo tomar conta do meu corpo, forte, longo e magnífico.
— Não quero ficar sem você, minha branca — ele falava, gemia enquanto gozava enterrado fundo dentro de mim. — Não quero ficar sem você...
Não nos desgrudamos, não nos limpamos ou tomamos banho. Caímos em um sono relaxante e profundo.
— Pilar, minha provocadora... — Senti Eduardo buscar passagem novamente para dentro de mim. Sem responder nada, me abri toda para ele.
Tomamos banho separados, enquanto a água quente caía sobre minha cabeça revivi cada episódio desde o momento que decidi ir na casa dele. Pensei no que diria a ele e se ainda gostaria de dizer, nas mulheres em sua porta, em como foi grosseiro comigo, em tudo que disse desde quando acordei com ele nu sobre mim.
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Uma chance
Romance🔥 Uma chance UMA CEO PODEROSA, MULHER FATAL MUITOS A QUEREM, MAS SÓ UM PODERÁ TÊ-LA
