Cap. 35

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Any: O que você quer Alfonso? - encarou ele, os dois haviam ido para perto da mesa de doces.

Poncho: O que eu quero? Eu quero ter o direito de ver minha filha. - ele disse baixo, só deixando ela ouvir.

Any: Ah claro que você quer Alfonso, assim como quiz me ajudar quando te procurei no dia do seu casamento. - encarou ele.

Poncho: Eu não sabia que, era sobre a Mada.. - falou com a voz um pouco alterada, Any sorriu para um senhor que passava por perto e olhou os dois.

Any: Você não me deixou nem falar. - encarou ele.

Poncho: Anahi, você matou o Pitter. - encarou ela

Any: Eu? Quem atirou foi outras pessoas, ele já estava agonizando, Pitter me ajudou muito, eu gostava dele, não podia deixar ele agonizando. - disse ajeitando um doce.

Poncho: E porque matou Contti? - viu Any petrificar, ela encheu os olhos de lágrima.

Any: Alfonso, tem coisas que não podem ser ditas em um aniversário de criança, me liga, marcamos um café, e conversamos sobre isso - entregou um cartão para ele, que colocou no bolso rapidamente, quando viu Henri se aproximar.

Henri: Oi. - disse meio seco, Henri já estava com 12 anos, era um menino alto para a idade, estava mais sério.

Any: Meu Deus Henri que saudade de você - se aproximou dele e ele se afastou. - Tudo bem, imagino o que devem ter falado de mim, para você - encarou Poncho.

Mada: Mamãe, eu quero ir embora. - cruzou os braços.

Any: Porque filha? O que houve? - olhou a filha.

Mada: Papai não deixa eu brincar nos brinquedos radicaus - disse brava e Any sorriu pelo erro na palavra.

Any: Oh pequena, o papai apenas tem medo de alguém machucar você. - acariciou o rosto da filha.

Mada: Mas é injusto - disse fazendo bico.

Any: Mada, por favor filha não faça isso. - olhou a menina.

Henri: Eu posso ir com você Mada, assim eu te protejo - disse meio sem pensar, Any olhou para ele e sorriu.

Any: Claro, o Henri pode te acompanhar? - sorriu e Mada sorriu concordou e saiu de mãos dadas com ele.

Flora: Any querida, essa é Rebeca Herrera! - Any se virou e sorriu ao ver Beca.

Beca: Any!? - sorriu meio falso.

Any: Olá, prazer Rebeca. - estendeu a mão.

Flora: Any é a presidente do grupo das socialites, ela faz cada campanha, para as pessoas, cada baile benificiente. - sorriu. - Meu filho ganhou na loteria - disse acariciando Any.

Any: Que isso Flora, eu que encontrei um Homem de verdade - sorriu, e olhou Poncho de canto, que sorriu debochado pela fala dela.

Beca: Seria um prazer fazer parte, desse grupo. - sorriu olhando Any.

Any: Claro que sim - sorriu sínica. - Bom se me dão licença, vou chamar as crianças para o parabéns.

Ao final da festa, todos foram embora, já era madrugada.

Mensagem:

Poncho: Olá, online a essa hora só pode estar atacando a geladeira!

Any: Me vigiando? Se sim porque? Se não boa noite.

Poncho: Sim/ Não.. eu estava adicionando seu número, e vi que estava online, e lembrei das vezes que atacava a geladeira de madrugada.

Any: Claro que lembra.

Poncho: Adorei, saber que o cartão que me entregou é da sua cafeteria, fico feliz por você.

Any: É..
Any: O que você quer de verdade?

Poncho: Te ver, preciso conversar com você.

Any: Tá amanhã é o único dia que a Cafereria fica fechada, eu vou para fazer controle de estoque, se quiser ir lá, me diga uma hora.

Poncho: Preciso te ver agora.. amanhã pode ser tarde.

Any: Frederick Gossh, 10300, quando chegar desligue os faróis.

Poncho: Sério!?
Poncho: Anahi?
Poncho: Se tá falando sério?

Fim mensagem.

Poncho: Puta que pariu, ela quer me ver, ele disse levantando e trocando de roupa.

Beca: Onde você vai amor? - disse resmungando.

Poncho: Surgiu um problema de trabalho Beca, beijos te amo. - beijou a cabeça dela e saiu.

O Mafioso de SardenhaOnde histórias criam vida. Descubra agora