Cap. 18

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Madrid

Pitter: Obrigado - disse pagando o táxi, ajeitou a mochila, respirou fundo e seguiu adiante e bateu na porta, de uma casa velha.

Xxxx: Pitter? - uma linda menina, disse atrás dele.

Pitter: Sim! - disse tentando reconhecê-la.

Xxxx: Sou Beca, filha mais velha do Patterson. - estendeu a mão.

Pitter: Beca! - disse emocionado. - E seu pai? - perguntou.

Xxxx: Se tivesse vindo dois dias depois que recebeu a carta, chegaria para o enterro. - uma voz doce, mas com tristeza, veio de uma menina de cabelos castanhos claros.

Beca: Dulce Maria! Tenha modos. - falou brava.

Pitter: Eu não estava na Itália, eu cheguei faz três dias apenas. - falou nervoso.

Dul: Tudo bem tio, agora o senhor pode votar para a Itália - ela apontou para o portão.

Dulce Maria, 22 anos, formada em administração, porém ainda não exerceu a profissão, cuidava do pai, e perdeu o chão quando o mesmo morreu, em decorrência da saúde péssima. Vivia agora com Rebeca, 26 anos, Beca era formada em direito, trabalhava em um escritório, porém nunca atuou em grandes causas.

Pitter: Eu não posso deixa-las viver aqui! - falou olhando a decadência da casa em que viviam.

Dul: Claro o tio distante, veio para salvar as donzelas - sorriu, irônica.

Pitter: Olha, eu sei que errei, agora deixam eu ajudar vocês! Vamos comigo para a Itália. - olhou as duas.

Beca: Seria um grande sonho tio - disse calma.

Dul: Claro, porque ele trabalha com um ricasso - disse encarando os dois.

Pitter: Olha, eu quero ajudar vocês duas, por favor vamos voltar comigo - olhou as duas.

.......

Cagliari, capital de Sardenha - Itália

Poncho: Acha que eu virei hoteleiro? - em arou Pitter.

Pitter: É que eu tenho medo de deixá-las na cidade. - olhou o patrão.

Poncho: E daí você supôs, que ela poderia ficar aqui - encarou ele.

Pitter: Só até essa perseguição de Contti passar. - disse.

Poncho: Ok, mas já deixem bem avisadas que não quero saber de bagunça, essa casa é minha e de Henri, eu exijo respeito. - falou autoritário.

Pitter: Obrigada Senhor. - assentou e saiu.

Clóvis: Da licença senhor, mas a senhorita Portilla, pulou o muro, Poncho levantou e saiu correndo atrás de Clóvis.

Poncho: ANAHI! - gritou ao vê-la entrando pelo portão.

Any: O que foi? - disse segurando uma bola.

Poncho: Eu já lhe ordenei para não sair de casa. - segurou o braço dela.

Any: Ei a bola caiu do outro lado. - disse mostrando a bola.

Poncho: Não quero saber, pede para alguém ir lá. - disse bravo

Any: Porque está com medo de eu ir embora? - disse o encarando.

Poncho: Petulante. - falou nervoso.

Any: Escro...

Henri: Tio deixa ela brincar comigo. - falou olhando os dois, Poncho a soltou, e ela foi com Henri.

Logo Beca e Dul foram apresentadas para Any, Dulce quis dividir o quarto com Any que aceitou, Beca ficou no outro quarto sozinha.

Mesa de jantar.

Pitter: Senhor Alfonso, essas são minhas sobrinhas Dulce Maria.

Dul: E aí! - disse mastigando.

Poncho: Alfonso! - disse.

Pitter: E essa é Rebeca. - apresentou.

Beca: Prazer, obrigada pela hospitalidade. - sorriu.

Poncho: Por nada. - disse sorrindo de leve, Any rolou os olhos.

Henri: isso é engraçado - falou para Any, e os dois riram baixinho.

Poncho: Podemos jantar né - disse comendo, e Dul encarou Any, pois a mesma já estava jantando, porque Any havia deixado ela comer. Depois do jantar Any foi fazer Henri dormir, depois desceu e foi para o seu quarto.

Dul: Você tá presa aqui a quanto tempo? - ela se virou para a colega de quarto.

Any: Presa? Estou a alguns dias, fui designada a cuidar do filho do chefe - sorriu.

Dul: Hmmm.. e você não sai? - encarou ela.

Any: Sim, mas Henri vale por dez - sorriu, mentindo em partes.

Dul: Bom irei dormir, amanhã preciso ver o que posso fazer aqui - sorriu se deitando, Any foi tomar banho, e quando estava pronta, deitou e dormiu.

O Mafioso de SardenhaOnde histórias criam vida. Descubra agora