11.

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- ¿como se atreve? (como é que ele se atreve?) - ele disse.

- estaba destinado a burlarse de ti. (era para te provocar.) - eu digo entrando no carro.

ele entra também.

a velocidade do carro, parecia que tinhamos acabado de sair da velocidade furiosa.
estavamos a ir para a casa dele.

- No puede tocarte así, no puede. (ele não te pode tocar assim, não pode.) - ele aperta a minha perta.

ele estava furioso.

- Me golpeaba y me obligaba a hacer cosas que no quería hacer. (ele batia-me e obrigava me a fazer coisas que não queria fazer.) - eu olho para a janela e sinto uma lágrima a sair do meu olho.

- prinseca..- ele dá me a mão.

os meus olhos pareciam um lago.

- Mientras yo viva, él nunca te tocará ni te hará daño.
(enquanto eu estiver vivo, ele não te tocará mais, nem te fará mal algum.) - ele, com a mão dada a mim, faz festinhas nos meus dedos.

depois desta conversa saimos do carro, vimos um filme na casa dele.

enquanto o filme passava ele passava as mãos pelo meu cabelo e pela minha pele, quando ficava arrepiada ele ria-se.

- és mía. - ele tinha a mão debaixo do cobertor que eu me tapava.

apertou me a coxa.

- prueba. (prova.) - ao dizer isso eu olhei para ele.

eu sentei-me no colo dele.

- dolerá mucho. (vai doer muito.) - ele agarrou as minhas ancas.

- siempre y cuando me lo demuestres.. (desde que me proves..)
- eu digo colocando as minhas mãos em seu pescoço.

ele sorriu e desceu as suas mãos para o meu rabo.

ele apertou e eu beijei os seus lábios, suavemente.

com o beijo nós faziamos movimento que agitavam ambos.

ainda com suas mãos no meu rabo.

o beijo aqueceu.

mordia os meus lábios e eu os dele.

as mãos dele entravam na minha camisola.

ele apertava os meus peitos e eu arranhava os seus abdómens.

ele tirou a minha camisola e deitou-me no sofá.

ele beijava me com a sua mao direita na minha perna.

o beijo aprofundou muito.

a língua dele percorria o meu pescoço.

o coração chegava a errar as batidas.

- Quiero que vayas a ver el juego msu mañana. (quero que vás ver o meu jogo amanhã.) - ele não perguntou, ele afirmou.

- De acuerdo. (ok.) - os lábios dele vieram contra os meus.

ele mordeu o meu ombro.

-  mierda, nico. (merda, nico.) - eu gemi.

- es solo el comienzo princesa. (é só o começo princesa.) - ele sorriu.

ele tirou me as calças e as minhas cuecas, estava nua.

eu tirei a restante roupa dele.

ele agarrou na minha nuca, deu me varios beijos no pescoço.

e começou a descer.

ele havia beijado a minha cintura, a minha virilha e havia posto sua boca na minha parte baixa.

eu gemi.

a língua dele a passar pelas minhas paredes, fazia me arrepiar.

ele subiu e disse que ia meter e assim o fez.

ele estava dentro de mim.

saia e entrava.

com muita, muita, muita força.

depois, quando acabamos, deitamos nos.

- és mía. (és minha.)- ele disse exausto.

- alma, cuerpo, todo tuya.(alma, corpo, toda tua.)  - eu disse a virar me para ele.

- necesitas tomar mi camisa. (precisas de levar a minha camisola)- ele levantou-se e pôs em cima da cadeira que la estava.

eu sorri.

- yo la tomo. (eu levo-a.)- ele deita-se e da me um selinho.

adormecemos de conchinha, como sempre <3

papi - nicolas otamendi Onde histórias criam vida. Descubra agora