Playboy:
Playboy: qual foi o papo que eu tinha te dado ontem?
Maju: que papo? A gente se viu ontem? - respirei fundo - nem sei o que você está fazendo aqui.
Playboy: tu tá fazendo eu perder minha paciência com você- me aproximei e ela continuou com cara de deboche- você quer o que? Quer me matar do coração?
Maju: nem tô fazendo nada - jogou o cabelo pro lado.
Playboy: Eu tava trabalhando e recebo a porra de uma foto sua com essa bunda pra cima.
Maju: errado é quem tirou a foto. Eu estou na minha casa e na minha laje. Mas cadê a foto? Ficou boa? - sorriu.
Playboy: vai ficar tirando com minha cara? - segurei no rosto dela.
Maju: eu não estou fazendo nada- falou pausadamente e ficou próxima do meu rosto- eu não sou sua. Esqueceu?
Falou com o rosto bem próximo do meu e olhei para a boca dela,coloquei minha mão atrás da sua nuca e a puxei para mais próximo de mim.
Playboy: tu sempre foi minha, Maria Júlia- falei e nem deixei ela falar nada,colei nossos lábios e ela nem fez questão de relutar.
Puxei seu corpo para mais próximo do meu e fiz impulso para pegar ela no colo,assim que ela rodeou as pernas na minha cintura a coloquei em cima da pia e sua toalha se soltou do seu corpo.
Porra, como eu tinha sentindo falta dela.
Puxei seu cabelo para trás e desci meus beijos para o seu pescoço, escutei ela arfa e logo em seguida se arrepiar.
Levantei meu olhar e ela estava com os olhos fechados, sorri e desci minha mão que estava em seu cabelo até a corda do biquíni dela e desatei.
Olhei para seus peitos pequenos e que se destacavam com a marquinha, sorri sentindo minha vontade por ela só aumentar. Beijei e fui em direção do seu ouvido.
Playboy: tu é minha mulher, Maria Júlia. Minha e de mais ninguém, tá entendendo?
Ela me puxou para continuar o beijo e segurei ela no meu colo indo em direção do seu quarto. Podia sentir o bico do seu peito de encontro com o meu.
Maria ainda sente algo por mim,só está tentando se enganar que não.
Deitei ela na cama e caí de boca nos peitos dela,brinquei com eles e desci minha boca até sua calcinha de biquíni. Desamarrei ele e nem fiquei de muita coisinha, cai de boca naquele paraíso que ela chama de buceta.
Meti a língua e massageei seu clitóris, escutei seu gemido e logo em seguida ela segurou no meu cabelo.
Maju: Isaac- gemeu meu nome e puxou meu cabelo.
Meti dois dedos dentro dela e foi quando ela gemeu mais alto. Brinquei mesmo, torturei ela legal. Sentia meu pau pulsar a cada gemido que ela dava, bagulho bom de se ouvir.
Suas pernas começaram a tremer e foi quando ela gozou na minha boca, passei a língua saboreando tudo e subi beijando ela.
Já estava tirando meu calção, pô, estava na maior vontade de fuder ela, mas foi nessa que ela me empurrou e ficou por cima.
Olhei pra cara dela e vi o seu sorriso de canto, segurei na sua cintura e apertei forçando para baixo pra ela ver como eu já estava pra ela.
Maju: eu não vou transar com você- falou se deitando por cima de mim e falando no meu ouvido.
Travei a mandíbula e olhei bolado quando ela deu risada e se afastou deitando do lado.
Playboy: tá tirando? - olhei sério.
Maju: você achou mesmo que ia ser fácil assim? - riu - eu só precisava gozar.
Bateu no meu peito e segurei na mão dela.
Playboy: tu gosta de me tirar de otário, né,filha puta?
Maju: sem estresse- se soltou rindo e saiu da cama. Fiquei olhando para ela e a filha da puta ainda fez questão de se empinar na minha frente, nua, para pegar o biquíni dela no chão.
Playboy: você é uma diaba, é isso que você é. - levantei da cama bolado e ela riu se virando para me olhar- tu gosta de me tirar de otário, disso você gosta.
Maju: não sei pra que esse estresse- olhei ela de cima abaixo.
Como essa desgraçada pode ser tão gostosa?
Ela se virou pegando uma toalha e quando ia passando por mim, segurei no seu braço.
Playboy: eu ainda vou te pegar- apontei.
Maju: nos seus sonhos. Isso daqui só foi para eu me desestressar - olhei mais bolado e soltei o braço dela.
Levantei o lençol que fica na porta do quarto dela e saí indo até o banheiro.
Não acredito que vou ter que bater uma pensando nela,ainda mais dias seguidos.
Maju: o que você tá fazendo? - riu me olhando assim que abriu a porta do banheiro.
Desviei o olhar e a desgraçada parou bem do meu lado. Nem quis ficar olhando pra ela,a filha da puta ainda estava sem roupa.
Maju: assim ó - colocou sua mão por cima da minha e ficou fazendo os movimentos junto comigo.
Olhei bem pra cara dela e a vontade era de fuder ela.
Playboy: não brinca com minha cara, Maria- ela riu e se aproximou colocando a boca no meu ouvido.
Maju: nada disso estaria acontecendo se você não tivesse ido embora. - respirei fundo e aumentei os movimentos- se serve de inspiração- mordeu o lóbulo da minha orelha e em seguida gemeu baixo.
Fechei os olhos e escutei sua risada. Ela se afastou e em seguida escutei o barulho do chuveiro ligando, virei olhando e ela estava me olhando enquanto descia sua mão para sua buceta e enfiava um dedo.
Playboy: filha da puta- resmunguei baixo e aumentei mais os movimentos no meu pau.
Ela soltou outro gemido e abriu mais as pernas, dessa vez mais virada na minha direção para eu ver bem seus dedos entrando com facilidade.
Soltei um gemido baixo e me imaginei entrando naquela buceta que é só minha.
Playboy: você é uma diaba, Maria Júlia- falei sentindo que já ia gozar.
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a força do destino.
FanfictionMaju,uma menina simples, que desde pequena foi criada pelo seu pai e que sempre sobrevivia com o pouco,com seus 18 anos conhece playboy, gerente da boca e uma das pessoas de confiança do chefe. Com o passar do tempo eles começam a se envolver com m...
