Cap 18: Meu amado

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Mew o tomou pela mão e conduziu-o para frente da lareira. Começou a beijá-lo nos labios, no início com suavidade, depois de modo cada vez mais intenso e profundo. Em dado momento Mew afastou o rosto e começou a despilo devagar, desabotoando o terno que foi jogado aos pés de Gulf, revelando sua nudez. Gulf corou, envergonhado, e abaixou o olhar; mas Mew tocou-lhe o queixo, fazendo-o erguer o rosto e fitá-lo.

— Meu amado! — Seus olhos percorreram a pele alva de Gulf. Sentindo o desejo crescer dentro de si, ele se despio  também.

  Gulf, entre embaraçado e excitado, emocionou-se ao ver que Mew se tornava ainda mais lindo ao se desnudar. O vigor de seu corpo se revelava na forma de músculos fortes. Gulf se surpreendeu com a dimensão da virilidade de Mew, e teve receio do que poderia significar para seu corpo.

  Compreendendo o seu temor, Mew o beijo com suavidade nos lábios.

— Não se preocupe, querido. Não posso garantir que não sentirá um pouco de dor quando fizemos amor pela primeira vez, mas será um momento fugaz, que você logo esquecerá.

— Suponho que sim... E que de repente me sinto tão pequeno...

— Você é pequeno, meu amor, mas lindo! Nós nos ajustaremos perfeitamente. Eu soube disso desde o primeiro momento em que o vi.

   Mew voltou a beijá-lo, invadindo-lhe a boca com carícias que intensificavam o desejo no corpo de ambos. De olhos cerrados, Gulf cruzou os braços sobre a nuca do marido e retribuiu os seus beijos com o mesmo calor e profundidade. Seus corpos se colaram, num misto de suavidade enrijecimento.

  Gulf se perdia cada vez mais naquela intimidade física nunca antes saboreada. Ele retribuia com carícias que jamais imaginará, mas que surgiram de modo natural.

  — Você aprende rápido — sussurrou Mew.

— Espero que isso não seja ruim...

— É ótimo que seja assim! — Mew inclinou a cabeça para beijar-lhe a ponta do mamilo, provocando um êxtase que percorreu todo o corpo de Gulf. — Há muitas maneiras de fazer amor, todas válidas e legítimas, mas nesta noite eu serei gentil e cuidadoso.

  Gulf ia dizer algo, mas Mew tornou a cobrir sua boca com beijos profundos. Sem parar de beijá-lo, ele ergueu-o do chão trouxe o marido para o leito e o deitou sobre os finos lençóis preparados para noite de núpcias. Em seguida, deitou-se sobre ele.

  — Você é lindo...

Mew voltou a chupar o mamilo já sensível, Gulf arfou mas não o parou, Mew então seguiu e fez o mesmo com o outro mamilo, deixando que seus lábios se intercalassem com os dedos,
não deixando de estimular os mamilos cor de caramelo. Os toques fortes não ficaram apenas nos mamilos, desceram para as coxas grossas, que sempre prendiam a cabeça de Mew entre elas, as beijou, mordeu, chupou, apertou, estava
saboreando a carne farta enquanto aproveitava da bela música que seu marido cantava para si,
gemidos suplicantes por mais.

   Mew desceu para o membro duro de Gulf, que implorava com atenção enquanto espelia pré gozo.

  Chupou a cabecinha melada e não poderia deixar de fazer o mesmo com a extensão grossa, Mew não iria parar tão cedo, ele queria tomar todo o prazer de Gulf para si.

Um pouco ofegante, chupou os testículos durinhos, fazendo com que Gulf colocasse as pernas em seus ombros instintivamente, o trazendo para
mais perto do local.

  — Mew, toca lá, por favor..

Gulf soltou um pequeno gritoao ter dois dedos lhe invadindo com força tocando sua próstata em cheio, aquilo era insano, como seu marido o fazia sentir coisas que nunca sentiu antes? Por que ele o privou de sentir tanto prazer?

  — Te machuquei?

— Uhum, mas é bom..

Mew chupou a fenda entre os testículos e a entrada que era penetrada, se afastou e virou o corpo de Gulf de bruços, colocou um travesseiro debaixo da
barriga alheia para que o peso não ficasse apenas nos joelhos já cansados.

  Mew abriu as nádegas macias e se afundou entre elas, Gulf agarrou os lençóis desesperado por mais da lingua talentosa do marido, rebolou em
busca de mais, mais e mais, era apenas isso que castanho pensava, queria ter e receber mais, para sua surpresa, ganhou um tapa na bunda, era a primeira vez que recebia, no máximo havia recebido um aperto forte, mas tapa, era a primeira vez.

  — Sempre tive vontade de estapear essa bunda, você é tão gostoso. — Mew disse enquanto lhe esfregava seu membro na entrada do Gulf, — Meu amor.. Você é
mais que perfeito.

Gulf gemeu contra o travesseiro. Enquanto era penetrado de forma lenta e cuidadosa.

Mew sorriu ao sentir o aperto quente
envolvendo seu pau duro.

  — Continua, Meu lorde. — Gulf manhou rebolando em busca demais. — Me fode. — disse Gulf olhando por cima
do ombro.

  — Está ousado, querido. —  Mew disse
puxando os fios castanhos, trazendo o corpo alheio para ficar grudado ao seu. — Você aprende tão rápido. — Dizia Mew aumentado o ritmo das estocadas.

Gulf não conseguiu responder por estar
Alucinando de prazer, suas pernas ficavam fracas a cada vez que sua próstata era atingida com força.

  Seu marido chegava a ser animalesco na cama, aquilo era insano, intenso e forte, tal qual o Mew.

  — Me diga querido, está gostando de ser fodido?
— Meu lorde! — Gulf agarrou a cabeceira
buscando apoio para o corpo trêmulo. — Por que parou?

Mew não respondeu, trocou a posição
deixando seu marido deitado e então se moveu para olha-lo, apenas para ter a visão do seu paraíso particular, Gulf totalmente entregue para si.

   — Está me deixando constrangido, Meu lorde.

  — Você não parece constrangido quando está todo aberto para mim e gritando o meu nome. — Mew voltou a lhe entrar novamente, desta vez de forma brusca.

  — Eu quero mais, meu lorde. — Pediu Gulf  se masturbando.

Gulf reclamou em meio ao gemido após ser impedido de continuar a se tocar pelo marido que segurou seus pulsos.

— Quero que goze apenas comigo te fudendo. Eu quem vou fazê-lo gozar. — Chupou o lábio alheio. — Confie o seu prazer a mim, querido.

  — Confio a minha vida a você, meu lorde. — Disse Gulf logo em seguida atingindo o clímax, sendo seguido por Mew logo depois.

No instante em que liberou suas semente vital, Mew tremeu à mercê do impulso de torná-lo seu companheiro eterno, como o instinto de sangue-puro lhe pedia que fizesse, mas lutou contra a vontade de cravar os dentes no pescoço do marido, tornando a união definitiva. Ele sabia que o momento devido ainda não chegará, e apesar de lhe tocar a veia com os dentes, Mew não o feriu.

  — Você me mordeu — disse Gulf quando êxtase começou a passar. Ao tocar o próprio pescoço, porém, ele percebeu que não havia ferimento.

Seu tom de voz não revelava temor nem alarde, o que deixou Mew aliviado.

  — Você arranhou minhas costas com suas unhas afiadas, querido.

— Ora, não deve ter sido arranhões tão fortes assim... — Gulf tocou-lhe as costas com a mão para se certificar de que não estavam feridos.

  — Não importa, querido — Mew o beijou com delicadeza, e libertou-o do abraço íntimo que os tornavam um só corpo. Em seguida, rolou sobre o leito e deitou ao lado de Gulf, mas poucos segundos passaram antes de ele tornar a abraçá-lo e puxá-lo para si.

  — Valeu a pena? — Perguntou Mew em tom de brincadeira, fazendo-o sorrir.

  — É cedo para avaliar. Precisarei experimentar mais para chegar a uma conclusão definitiva! — Gulf piscou, malicioso.

  — Não se preocupe, meu querido, pois estou decidido a lhe fornecer mais evidências agora mesmo! — Tornou a se deitar sobre ele, e o beijou com paixão.

Relevem esse hot horrível

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