6° Capítulo

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Mais um fim de semana

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Mais um fim de semana. E dessa vez, eu fui convidada pelo Gerson para ir assistir o jogo do flamengo. E eu não poderia deixar nunca de aceitar, né?

Eu e ele durante toda essa semana, nos vimos todos os dias. O que é bom, tem que repetir. E foi o que fizemos.

Mas combinamos de não envolver sentimentos. É legal. Mas nenhum de nós queremos um relacionamento.

Em relação ao meu querido vizinho, trocamos algumas palavras, algumas provocações, mas nada demais. Minha missão de deixá-lo maluco, e acabar com o ego dele, continua acontecendo.

Durante essa semana, rolou algumas fofocas sobre ele, mas nada demais, ou que gerasse muitos comentários. Infelizmente.

Agora estou terminando de me vestir juntamente com a Penélope, para podermos pegar o Uber e ir para o Maracanã.

- Vai com a camisa do Gerson? – ela pergunta enquanto finaliza o batom.

- Não. Só tenho camisa 10 e com o nome do Gabi. – olho para ela. - Infelizmente.

- Se ele ver, vai se achar tanto. – ela dá risada enquanto veste a camisa dela.

- Com certeza vai. – esfrego meu rosto. - Vou tentar comprar uma outra lá. Mas não vou deixar ele me ver com isso não.

- Capaz de você ficar só de sutiã na frente dele, apenas para ele não ver você usando a camisa com o nome dele. – ela rir.

- Tu me conhece tão bem. – digo em descontração e ela rir ainda mais.

Terminamos de nos arrumar, e saímos de casa, e enquanto esperamos o Uber aceitar, vejo um carro saindo da casa do vizinho.

- Oi. – o Fabinho diz ao parar o carro em nossa frente. - Estão indo pro jogo também?

- Oi. Sim. – sorrio para ele.

- Entram aí. Levo vocês. Tô indo pra lá também. – ele diz sorrindo e eu olho para a Penélope, que já tá indo em direção ao carro.

Nunca vi uma mulher mais Maria gasolina.

Entro no carro também, e vamos nós duas no banco no de trás.

- Nem sabia que você era flamenguista. – o Fabinho me olha pelo retrovisor. - Acho que nem o Gabi, se não, ele estaria surtando.

- Será? – dou risada. - Ele parece não tá tão preocupado assim comigo. Cada dia é umas 15 diferentes. – tento jogar verde pra colher maduro.

- É. Mas depois que você apareceu, ele tá na missão. Da uma chance aí, cara. – me olha ainda pelo retrovisor, e eu dou risada.

- Ele vai ter que lutar muito, pra conseguir. E não é nem garantido isso. – sorrio para o Fabinho. - Já disse quais são as condições de uma possível chance. Ele ainda não me mostrou.

Fofoca - GabigolHistórias para pegar e não largar. Descubra agora