Gabriel Barbosa, o famoso Gabigol, jogador do flamengo, não é conhecido apenas por fazer gols em momentos importantes no clube, mas também por ser o maior pegador do Rio de Janeiro.
E por cada dia estar com uma mulher diferente, seu nome é bastante...
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Mais um fim de semana. E dessa vez, eu fui convidada pelo Gerson para ir assistir o jogo do flamengo. E eu não poderia deixar nunca de aceitar, né?
Eu e ele durante toda essa semana, nos vimos todos os dias. O que é bom, tem que repetir. E foi o que fizemos.
Mas combinamos de não envolver sentimentos. É legal. Mas nenhum de nós queremos um relacionamento.
Em relação ao meu querido vizinho, trocamos algumas palavras, algumas provocações, mas nada demais. Minha missão de deixá-lo maluco, e acabar com o ego dele, continua acontecendo.
Durante essa semana, rolou algumas fofocas sobre ele, mas nada demais, ou que gerasse muitos comentários. Infelizmente.
Agora estou terminando de me vestir juntamente com a Penélope, para podermos pegar o Uber e ir para o Maracanã.
- Vai com a camisa do Gerson? – ela pergunta enquanto finaliza o batom.
- Não. Só tenho camisa 10 e com o nome do Gabi. – olho para ela. - Infelizmente.
- Se ele ver, vai se achar tanto. – ela dá risada enquanto veste a camisa dela.
- Com certeza vai. – esfrego meu rosto. - Vou tentar comprar uma outra lá. Mas não vou deixar ele me ver com isso não.
- Capaz de você ficar só de sutiã na frente dele, apenas para ele não ver você usando a camisa com o nome dele. – ela rir.
- Tu me conhece tão bem. – digo em descontração e ela rir ainda mais.
Terminamos de nos arrumar, e saímos de casa, e enquanto esperamos o Uber aceitar, vejo um carro saindo da casa do vizinho.
- Oi. – o Fabinho diz ao parar o carro em nossa frente. - Estão indo pro jogo também?
- Oi. Sim. – sorrio para ele.
- Entram aí. Levo vocês. Tô indo pra lá também. – ele diz sorrindo e eu olho para a Penélope, que já tá indo em direção ao carro.
Nunca vi uma mulher mais Maria gasolina.
Entro no carro também, e vamos nós duas no banco no de trás.
- Nem sabia que você era flamenguista. – o Fabinho me olha pelo retrovisor. - Acho que nem o Gabi, se não, ele estaria surtando.
- Será? – dou risada. - Ele parece não tá tão preocupado assim comigo. Cada dia é umas 15 diferentes. – tento jogar verde pra colher maduro.
- É. Mas depois que você apareceu, ele tá na missão. Da uma chance aí, cara. – me olha ainda pelo retrovisor, e eu dou risada.
- Ele vai ter que lutar muito, pra conseguir. E não é nem garantido isso. – sorrio para o Fabinho. - Já disse quais são as condições de uma possível chance. Ele ainda não me mostrou.