Gabriel Barbosa, o famoso Gabigol, jogador do flamengo, não é conhecido apenas por fazer gols em momentos importantes no clube, mas também por ser o maior pegador do Rio de Janeiro.
E por cada dia estar com uma mulher diferente, seu nome é bastante...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Quando eu vi o Gabriel saindo pela aquela porta, tudo acabou. Eu vi meu mundo desabar, é como se tudo tivesse ido embora junto com ele. Ele levou toda a parte boa da minha vida, levou a minha vontade de continuar vivendo.
Ele foi o motivo pelo qual eu queria mudar, melhorar. Foi ele quem me convenceu de procurar ajuda de um psicólogo. Ele quem me levou pela primeira vez lá, e a cada mínimo avanço de melhorar, ficava feliz. Mas tudo acabou.
Tudo acabou por minha culpa. E eu sei que não tem explicação o que eu fiz, mas como eu gostaria de que ele tivesse ficado pra me ouvir. Mas ao invés disso, ele falou coisas que entrou como faca em meu coração, fazendo tudo desabar. O meu mundo desabar por completo.
Estou deitada no sofá, abraçada com uma almofada, que inclusive tem o cheiro dele, e chorando. Chorando desesperadamente por saber que o amor da minha vida, nunca mais vai querer olhar pra minha cara. Nunca mais vai me perdoar pelo que eu fiz. Nunca mais.
O Josisvaldo ao passar pelo sofá e perceber meu estado, pula em cima de mim, e se deita próximo ao meu rosto, e fica me encarando.
- É, Josis. Eu sou uma babaca mesmo. E mereço realmente morrer sozinha. – sussurro enquanto aliso os pelos dele.
Ele parece me entender, e um "miau" escapa dele, como se dissesse que não estou sozinha, que ele está aqui comigo.
- Mulher, eu tenho uma fofoca babado pra te contar. – Penélope fala totalmente animada ao entrar pela porta, mas ao me ver no sofá, totalmente encolhida e chorando, se preocupa. - O que aconteceu? – anda rápido na minha direção.
- Aconteceu que eu sou burra, e perdi tudo, eu perdi o amor da minha vida. – coloco as mãos em meu rosto, sentindo as lágrimas escorrerem cada vez mais.
- Calma, Maju. Respira, e tenta me explicar o que aconteceu. – ela se senta na ponta do sofá, próximo a mim, e tira as mãos do meu rosto com delicadeza, limpando as minhas lágrimas.
Me sento no sofá, e tento respirar fundo, me acalmando. Enquanto ela se ajeita ao meu lado, e me puxa pra um abraço. Bem forte. Como eu tava precisando.
- O Gabriel... – sussurro enquanto me afasto do abraço dela. - Descobriu tudo.
- Que? Como? – me olha assustada. - Como ele reagiu? Ele não fez nada com você não, né? – pergunta preocupada.
- Não sei. Eu realmente não sei. – esfrego a mão pelo meu rosto. - Ele reagiu pior do que eu esperava. Eu senti medo dele. E... tudo o que ele falou, doeu. Doeu muito. Mas eu sei que é verdade.
- O que ele falou? – ela coloca uma mecha do meu cabelo para trás da orelha, mantendo sua atenção em mim.
- Que eu sou uma babaca do caralho, que não queria escutar desculpas esfarrapadas, porque sabia que eu ia colocar a culpa na minhas crises. Que eu fiz ele de palhaço e diversas outras coisas. – sussurro me lembrando de tudo que ele falou. E sinto rasgar novamente meu coração.