28° Capítulo

2K 146 118
                                        

⚠️⚠️⚠️⚠️
ATENÇÃO!

Capítulo totalmente sensível, e que pode gerar gatilho em alguém. Se não se sentir confortável, pule.

Meta para o próximo: 30 votos e 30 comentários.

Não aguento mais

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.


Não aguento mais. Eu realmente não aguento mais viver com essa dor. A dor de saber que o amor da minha vida, não quer mais saber de mim. E principalmente sabendo que eu fui a causadora da dor dele.

Hoje completa uma semana desde a nossa última conversa, ou no caso, briga. E desde lá, eu não o vi. Evitei ao máximo sair de casa, para não correr o risco de vê-lo. Eu não suportaria olhar pra ele, sabendo que ele já está seguindo a vida, enquanto eu estou cada vez mais fundo no buraco que me enfiei.

Hoje eu teria prova na faculdade, mas, eu tranquei o curso. Mais de uma semana sem ir, pra que continuar? E mesmo a Penélope não concordando, me apoiou na minha decisão, e disse que quando eu estiver melhor, vou ser muito bem aceita de volta.

- Eu tô nervosa. Tô indo muito mal nessa matéria. - Penélope diz olhando para o caderno em suas mãos.

- Amiga, você vai arrasar. Tenho certeza disso. - sorrio para ela.

- Tomara. - ela me mostra um sorriso e fecha o caderno. - Tem certeza que vai ficar bem sozinha? - eu assinto concordando. -Absoluta? - me olha desconfiada enquanto guarda o caderno na mochila.

- Absoluta. Minha mãe ficou de vim aqui em casa de novo. Ela ficou de me dar umas dicas de como esquecer o amor da minha vida. - dou uma risada leve.

Mãe percebe as coisas, né? Ela percebeu que não tinha da bem entre mim e o Gabriel, e ontem veio aqui, pra conversar comigo e me perguntar. Não tive como mentir.

Mas esse lance que ela vem, hoje de novo, é mentira. Inventei isso apenas para a Penélope não ficar tão preocupada comigo.

- Tô confiando em você, gata. - sorri e me dá um beijo no topo da cabeça. - Tchau.

- Tchau. Boa prova! - sorrio e vejo ela se distanciar.

- Valeu. - sorri e faz um carinho no Josesvaldo, que te deitado próximo a porta. - Tu cuida da sua mamãe, hein, gorducho. - fala e me faz rir. - Tchau, qualquer coisa me liga, tá?

- Tá bom. - sorrio. - Vai despreocupada, eu tô bem. - minto. E muito.

- Fui. - sorri e abre a porta de casa, saindo rapidamente, após ouvir a buzina do Arrasca que veio buscar ela.

E novamente, me vejo sozinha nessa casa enorme. O Josesvaldo se aproxima de mim, e começa a se esfregar em minhas pernas.

- Vamos subir, Josesvaldo? - sorrio e aliso o pelo dele, antes de pegá-lo no colo, mas, ele simplesmente dá um berro, me assustando. - Tá bom, tá bom. - levanto minhas mãos em rendição. - Vou sozinha então.

Fofoca - GabigolOnde histórias criam vida. Descubra agora