Gabriel Barbosa, o famoso Gabigol, jogador do flamengo, não é conhecido apenas por fazer gols em momentos importantes no clube, mas também por ser o maior pegador do Rio de Janeiro.
E por cada dia estar com uma mulher diferente, seu nome é bastante...
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Estamos indo para a primeira consulta do nosso bebê. E nossa, como eu tô feliz por isso.
Sempre foi meu sonho ser pai, e sempre deixei claro isso pra todos. Mas está sendo especial demais esse momento. Principalmente por ser com o amor da minha vida. E por saber, que nosso filho, é forte, igual a ela.
Estar vivendo a emoção da primeira consulta junto com ela, me faz sentir borboletas no estômago. Tomara que dê pra ouvir o coração do nosso jujubinha.
Acabei de chegar do treino, e toda vez que deixo a Maju sozinha, nem que seja por dez minutos, meu coração se aperta de medo. O trauma de ver ela daquele jeito na banheira, permaneceu em mim. E acho que terei que fazer terapia.
- Oi, princesa. Cheguei. – digo sorrindo ao entrar no meu quarto, e ver ela terminando de se arrumar.
Achamos melhor trazer algumas coisas dela pra cá. E ela ficar aqui por alguns dias, pra não ter uma recaída ao ter lembranças ruins naquela casa.
- Oi, Gabi. Que bom! – ela se vira pra mim sorrindo. O vestidinho, marca uma pequena barriguinha, e isso faz meu coração aquecer demais. - Estávamos com saudades do papai mais lindo do universo. – se aproxima e envolve os braços em volta do meu pescoço, me dando um selinho demorado.
- E eu estava morrendo de saudades dos meus maiores amores do mundo. – sorrio e dou um beijo na testa dela. - Como vocês estão se sentindo? – aliso a barriguinha dela.
- Um pouco enjoada. Mas é normal. E bem ansiosa, pra saber como ele tá, e ver a primeira ultrassonzinha do nosso jujubinha. – sorri colocando a mão por cima da minha mão, na barriga dela.
- Vamos conversar sobre esses enjoos com a médica. Ela provavelmente vai passar um remédio que você possa tomar. – sorrio e vejo ela assenti concordando. - Em relação a ansiedade, quase nem foquei no treino hoje. – dou risada.
- Ih, a nação vai pegar no teu pé, hein. – brinca comigo.
- Já pegam normalmente. E por uma certa culpa de alguém sabe. – olho desconfiado pra ela, e ela cai na risada.
- Eu não tinha culpa. Você fazia as coisas, eu só comentava com todos. – sorri pra mim e me dá um selinho. - Eu te amo, jogador!
- Eu também te amo, Maju. Muito. – sorrio e dou vários selinhos nela.
- Eu sei disso. Porque pra largar a farra de pegar oitenta mulheres, pra ficar todos os dias cuidando de mim, realmente deve me amar bastante. – sorri e envolve os braços em minha cintura, me abraçando forte.
- Você vale mais do que oitenta, noventa, mil, um milhão de mulheres, Maria Júlia. Você vale mais que qualquer outra. – sorrio e dou um beijo na testa dela.
- Ah, assim você vai me fazer chorar. E eu tô grávida, tô mais sensível, então para, pelo amor de Deus. – ela rir com os olhos cheios de lágrimas.