Gabriel Barbosa, o famoso Gabigol, jogador do flamengo, não é conhecido apenas por fazer gols em momentos importantes no clube, mas também por ser o maior pegador do Rio de Janeiro.
E por cada dia estar com uma mulher diferente, seu nome é bastante...
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- Eu já tô ficando maluco, Fábio. Até quando eu tô dentro da casa, quieto na minha, essa mina arruma coisa pra falar sobre mim. – saio bravo do carro.
- Essa história tá me deixando doido também. Impossível, já colocamos tanta gente atrás, e ninguém consegue descobrir quem é. – Fabinho diz também saindo do carro.
- Deve ser uma filha da puta, doida pra dar pra mim. E como sabe que isso é impossível, quer chamar minha atenção de todos os jeitos. – caminho em direção a minha casa, e por está olhando para o Fabinho, esbarro em alguém, e rapidamente a seguro, para não deixá-la cair. - Desculpa... – meus olhos encontram os dela. E nossa, que mina linda.
- Oi. Eu quem peço desculpas. – ela me mostra um sorriso tímido. - Estava procurando meu gatinho que sumiu essa noite. E não te vi. – desvia o olhar do meu, e olha em volta. - Ah, você tá ali, sapeca. – ela caminha até um arbusto na calçada da minha casa, e pega o gatinho que tava olhando para nós dois.
- Oi, Sapeca. – faço um leve carinho na cabeça do gato e permaneço com meu olhar na cacheada em minha frente. Que dá risada ao me ouvir falar. - O que foi?
- O nome dele não é Sapeca. – ela sorri. - É Josisvaldo.
- Que nome feio.
- Feio é você. – ela responde rapidamente. - Não fala do nome do meu sapecão. – aperta ele no abraço.
- Qual seu nome? – ignoro tudo que ela acabou de falar.
- Ma... Julia. – ela sorri.
- Majulia? – pergunto confuso. - Realmente, não é só o nome do seu gato que é estranho.
- Você também é bem estranho. – ela me olha com desgosto. - E pelo o que eu escutei, acha que todo mundo quer dar pra você, né Gabigol? – sorri.
- E não querem? – olho para ela.
- Não. Eu mesma sou uma que não tenho a mínima vontade. – ela dá um sorriso irônico.
- Poxa, que pena. Pensei que você queria ser a próxima a aparecer no Fofoquei comigo. – digo e ela dá uma risada irônica.
- Jamais vou aparecer com você nem na Fofoquei, nem na Choquei, e nem em lugar algum. – ela sorri. - Principalmente depois da matéria que saiu ontem. – gargalha.
- Aquilo é mentira. – olho para ela.
- Será que é? Eu quem não vou pagar o preço pra saber. – ela sorri em deboche.
- Quanta raiva de mim é essa? É Vascaína? – devolvo o sorriso.
- Não. Sou flamenguista mesmo. Mas depois de ver você usando a camisa do Corinthians, me deu uma leve decepcionada. Lamentável, Gabigol.
- Esquece esse lance. Já passou. – olho para ela. - Qual foi, não tá afim mesmo não? – me aproximo ainda mais dela.
- Hum... – parece pensar enquanto aproxima nossos lábios. - Não, Gabigol. Sinto muito em destruir seu ego. – sorri se afastando completamente.